Manter a saúde do caixa exige organização diária. Muitos empreendedores acreditam que o sucesso vem apenas do aumento das vendas. A verdadeira estabilidade de um negócio nasce nos detalhes da gestão interna. Se o seu financeiro não tem processos claros, o dinheiro pode escapar por falhas simples e falta de controle.

Vamos entender como estruturar as tarefas diárias do seu setor financeiro. Uma rotina bem desenhada ajuda a evitar prejuízos, OTIMIZA O TEMPO DA EQUIPE e garante uma base sólida para gerar lucros.

Com experiência de mais de 20 anos na área financeira, nosso Diretor Financeiro, Willian Verchai, tem ampla experiência para poder ajudar a sua empresa a se organizar. As vezes, pequenos ajustes podem se tornar grandes aliados no dia a dia da sua gestão!

O passo a passo de uma manhã produtiva e a sequência diária

A organização financeira começa nas primeiras horas do expediente. De manhã, a primeira coisa que o profissional de finanças precisa fazer é acessar os extratos bancários. Ele deve verificar detalhadamente se não houve movimentação a mais, se os pagamentos programados foram realmente realizados. Além disso, deve identificar se houve alguma cobrança indevida nas contas bancárias.

Depois dessa checagem inicial, o profissional verifica o contas a receber. Ele identifica quais clientes pagaram os boletos ou depósitos programados e quais estão inadimplentes.

Logo na sequência, é o momento de fazer a conciliação bancária, baixando os lançamentos no sistema de gestão, e controlando até que seja feita a comparação do saldo do banco com o saldo do Sistema, e atualizando até ficar exatamente igual.

Orientação importante:

Muitos profissionais de finanças acabam deixando de lado a conciliação de bancos que tem menor movimento, ou aqueles que estão em stand-by. O problema de ignorar estes bancos com menor movimento, é que a conciliação ao final do mês vai dar problema, além de que podem ter tarifas ou até valores de créditos parados em alguma conta.

Em seguida, deve-se preparar os relatórios gerenciais conforme a necessidade de cada empresa.

Na sequência, deve se preparar o contas a pagar do dia. O profissional organiza as faturas, confere os vencimentos e deixa tudo pronto para a devida aprovação dos pagamentos do dia.

Essa ordem de trabalho garante que a empresa saiba exatamente o que entrou no caixa e o que precisa ser pago antes do fim do expediente e organizar o seu dia e também a sua semana. Logicamente este é um pequeno exemplo orientativo, para que uma empresa possa ser mais organizada, mas cada negócio tem suas particularidades e necessidades.

Diferenças na rotina: pequenas e médias empresas

A forma como essas tarefas são executadas muda bastante conforme o tamanho e a maturidade do negócio. O volume de transações dita a necessidade de dividir as funções da equipe.

A realidade das pequenas empresas

Em uma pequena empresa, muitas vezes o próprio dono ou um único assistente faz todo o trabalho financeiro. Essa pessoa abre o aplicativo do banco, lança os boletos no sistema e cobra os clientes com pagamentos atrasados.

No mesmo dia, ela também agenda as transferências e autoriza os pagamentos. Como o volume de dados é menor, um único profissional consegue absorver todas as frentes. O desafio principal aqui é manter a disciplina para não pular etapas diárias obrigatórias.

A organização em empresas mais estruturadas

Nas empresas mais estruturadas, o cenário muda completamente. Existe um profissional dedicado para cada etapa do processo. Um funcionário do contas a pagar foca apenas em organizar as obrigações, negociar prazos com fornecedores e lançar os títulos no sistema. Outro funcionário do contas a receber cuida exclusivamente das cobranças, da emissão de notas fiscais e da liberação de crédito.

Após essas etapas operacionais, o Gestor financeiro entra em ação. Ele não lança notas nem boletos. O papel do Gestor é analisar o fluxo de caixa, revisar os dados inseridos pela equipe e aprovar os pagamentos no banco. Além disso, o Gestor analisa relatórios mais específicos, e vai liderando o setor financeiro. Essa divisão de tarefas aumenta a segurança da operação, previne fraudes e reduz drasticamente o risco de erros.

O caminho para o lucro e a segurança

Organizar as obrigações diárias traz tranquilidade para o dono do negócio e para você professional da área financeira. Um processo bem definido evita surpresas no fim do mês e permite que a Diretoria tome decisões com base em números reais.

Somos uma consultoria financeira empresarial especializada em pequenas e médias empresas. A Jogabi ajuda você a estruturar controles seguros, treinar sua equipe e implementar processos que geram resultados de verdade, além de economia de  tempo e dinheiro. Fale com nossos consultores e descubra como elevar a sua gestão a um novo patamar, e sua empresa ser realmente profissional.

Entender o valor real de um negócio é uma etapa fundamental para qualquer empreendedor que deseja crescer, atrair investidores ou planejar uma venda estratégica. Muitos gestores acreditam que o valor de suas empresas está apenas no patrimônio físico ou no faturamento mensal. A realidade do mercado financeiro mostra um cenário bem diferente.

Avaliar uma empresa exige uma análise profunda de diversas variáveis, desde o histórico financeiro até as projeções de lucros futuros. O processo de descobrir esse número mais assertivo possível recebe o nome de Valuation. Essa ferramenta financeira oferece uma visão clara e objetiva sobre a saúde e o potencial do seu negócio.

Vamos detalhar os principais métodos utilizados pelo mercado para calcular o valor de um negócio. Daremos um destaque especial ao Fluxo de Caixa Descontado, a metodologia mais respeitada e difundida entre os investidores, que se encaixa perfeitamente para PMEs (Pequenas e Médias Empresas). Por fim, mostraremos como escolher a parceria certa para realizar esse cálculo com segurança.

O que é o Valuation?

Valuation é um termo em inglês que significa "avaliação de empresas". Trata-se do processo matemático e analítico utilizado para estimar o valor justo de um negócio no mercado. O objetivo principal dessa ferramenta é apresentar o valor real de uma organização, baseando-se em dados históricos, previsões futuras com bases sólidas, e metodologias financeiras testadas.

Para mapear o quanto vale um negócio, os profissionais da área analisam uma série de fatores internos e externos. O processo envolve o estudo detalhado de fatores econômicos e das tendências do setor de atuação da empresa. Os avaliadores também observam de perto os concorrentes diretos e a qualidade da carteira de clientes.

Na parte financeira, a análise se aprofunda nos números oficiais da organização. O Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e o Fluxo de Caixa histórico formam a base dessa investigação. A união de todas essas informações permite construir um retrato fiel da capacidade de geração de riqueza da empresa.

A importância de saber o valor real do seu negócio

Ter clareza sobre o valor da sua empresa ajuda diretamente no sucesso do negócio. O Valuation fornece transparência para as operações financeiras e estratégicas, identificando oportunidades de melhoria e garantindo segurança nas tomadas de decisão.

Existem diversas situações práticas que exigem uma avaliação profissional. Uma das razões mais comuns é quando a empresa precisa de investidores para financiar projetos de expansão. Quem coloca dinheiro em um negócio precisa saber exatamente qual fatia da empresa está comprando com aquele investimento.

O Valuation também é obrigatório em momentos de reestruturação societária. Isso inclui a saída de um sócio antigo, a entrada de um novo parceiro de negócios ou até mesmo a dissolução total da sociedade. Nesses casos, o cálculo exato evita conflitos e garante que todas as partes recebam a quantia justa por suas participações.

Outros cenários envolvem a falta de sucessores na família para continuar a operação, a busca por uma venda estratégica ou processos de fusões e aquisições (M&A). Em todos esses momentos, um laudo de avaliação bem fundamentado aumenta a confiança das partes envolvidas e mitiga riscos nas transações.

Principais tipos de Valuation do mercado

Existem metodologias distintas para calcular o valor de uma empresa. A escolha do modelo ideal depende do estágio de maturidade do negócio, do setor de atuação e do objetivo da avaliação. Abaixo, detalhamos as abordagens mais conhecidas.

Valuation por Múltiplos

O método de múltiplos baseia-se na comparação. Os analistas observam empresas semelhantes que atuam no mesmo setor e que tiveram seus valores revelados recentemente, seja na bolsa de valores ou em transações privadas.

A partir dessa observação, cria-se um padrão de mercado. Se as empresas de um determinado segmento costumam ser vendidas por cinco vezes o valor do seu EBITDA (Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização), aplica-se essa mesma proporção à empresa que está sendo avaliada. É um método rápido, útil para ter uma ideia de valor, mas que pode ignorar as particularidades e os diferenciais competitivos do seu negócio.

Valuation Contábil

A avaliação contábil olha estritamente para os registros do balanço patrimonial. O cálculo subtrai todos os Passivos (dívidas e obrigações) dos Ativos (ex: dinheiro em Caixa/aplicado, clientes, máquinas e equipamentos). O resultado final dessa conta é o Patrimônio Líquido.

Essa metodologia é muito conservadora. Ela apresenta uma limitação clara: ignora totalmente a capacidade da empresa de gerar caixa (dinheiro) no futuro. Ativos intangíveis, como a força da marca e a fidelidade dos clientes, raramente entram nessa conta com seu valor justo.

Valuation por Liquidação

O método de liquidação calcula quanto sobraria se a empresa fechasse as portas hoje. A premissa envolve vender todos os ativos rapidamente e usar esse dinheiro para quitar todas as dívidas e obrigações trabalhistas.

Trata-se de uma abordagem focada em cenários de encerramento de atividades. O valor resultante costuma ser o menor entre todos os métodos, pois a urgência na venda dos ativos costuma forçar preços abaixo do praticado no mercado.

O método mais utilizado: Fluxo de Caixa Descontado (FCD)

O Fluxo de Caixa Descontado é a metodologia mais difundida e respeitada no mundo corporativo. Diferente dos métodos anteriores, o FCD não olha apenas para o passado ou para o presente da empresa. Ele foca no futuro. A premissa básica deste modelo é que uma empresa vale exatamente a quantidade de dinheiro que ela será capaz de gerar nos próximos anos.

Para aplicar o Fluxo de Caixa Descontado, os avaliadores projetam os resultados financeiros da empresa para um período futuro, geralmente de cinco a dez anos. Essa projeção considera o histórico de vendas, as tendências do mercado, os planos de expansão e a estrutura de custos da organização.

O desafio seguinte é trazer esses valores futuros para o momento presente. Um milhão de reais daqui a cinco anos não tem o mesmo valor que um milhão de reais hoje, devido à inflação e ao custo de oportunidade do capital. Para ajustar essa diferença, utiliza-se uma taxa de desconto.

Essa taxa reflete o risco do negócio. Empresas mais consolidadas e seguras apresentam taxas de desconto menores. Negócios muito novos ou em mercados muito instáveis possuem taxas de desconto maiores, o que reduz o valor final da avaliação.

Por que o FCD é tão valorizado?

O Fluxo de Caixa Descontado é o método preferido dos investidores porque detalha a verdadeira capacidade operacional do negócio. Ele captura o valor de estratégias de longo prazo e permite criar diferentes cenários (otimista, realista e pessimista) para testar a resiliência da empresa.

Para as pequenas e médias empresas, o FCD é uma ferramenta poderosa de gestão. Ao construir as projeções, os gestores conseguem enxergar gargalos operacionais e oportunidades de redução de custos. O processo de elaborar um Fluxo de Caixa Descontado força a Diretoria a pensar no futuro de forma estruturada, traduzindo planos de negócios em números reais e alcançáveis.

E quem poderá fazer o Valuation da minha empresa?

Realizar uma avaliação precisa exige conhecimento técnico aprofundado em finanças, contabilidade e estratégia de negócios. Um pequeno erro nas premissas de crescimento ou na escolha da taxa de desconto altera completamente o valor final da empresa. Por esse motivo, as organizações buscam empresas especializadas para conduzir esse processo com isenção e rigor técnico.

Empresas que fazem o Valuation, devem utilizar metodologias validadas pelo mercado e entregam laudos detalhados que servem como documentos oficiais em negociações com fundos de investimento, bancos e compradores estratégicos.

Contratar uma consultoria especializada garante processos bem definidos e total confidencialidade com as informações sensíveis da sua organização. Essa parceria traz a segurança necessária para que você foque na operação do seu negócio enquanto os especialistas calculam o seu valor justo.

Acelere o crescimento do seu negócio com a Jogabi Soluções Empresariais

A Jogabi é especialista em laudos de Valuation, inclusive seu Economista chefe tem experiência ampla no assunto. A Jogabi também é registrada no Conselho de Economia do Paraná (CORECON), o que garante que o Valuation é feito por profissionais preparados sobre o assunto, nada de planilhas prontas da internet!!!

Nós ajudamos você a descobrir o valor real da sua empresa, através da consultoria de avaliação de empresas.

Conduzimos cada projeto de forma personalizada, com o objetivo de mitigar riscos operacionais estruturando sua empresa para fechar os melhores negócios.

Ao escolher a Jogabi para realizar o seu Valuation, você garante benefícios diretos para a sua estratégia corporativa:

Estamos prontos para ajudar sua empresa a alcançar o próximo nível.

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Planejar o futuro de um negócio sem considerar múltiplas possibilidades é como navegar sem bússola. A criação de cenários é uma ferramenta estratégica que permite às empresas antecipar riscos, identificar oportunidades e tomar decisões mais informadas.

Essa técnica consiste em desenvolver diferentes versões do futuro com base em variáveis que podem impactar seu negócio. Em vez de apostar em uma única previsão, você se prepara para diversos caminhos possíveis.

O que é criação de cenários?

A criação de cenários é uma metodologia de planejamento que desenvolve narrativas plausíveis sobre o futuro. Cada cenário representa uma combinação diferente de fatores como demanda de mercado, custos operacionais, mudanças regulatórias e comportamento dos consumidores.

Para empresas que planejam expansões, novos investimentos ou lançamento de produtos, trabalhar com cenários múltiplos é essencial. Isso permite entender até onde o negócio suporta variações nas premissas iniciais.

Por que usar cenários no planejamento financeiro?

Quando você projeta apenas um futuro, qualquer desvio pode comprometer toda a estratégia. A criação de cenários oferece uma visão mais completa e realista das possibilidades que estão por vir.

Redução de riscos: Ao considerar cenários pessimistas, você identifica vulnerabilidades antes que se tornem problemas reais.

Maior flexibilidade: Com diferentes versões do futuro mapeadas, sua empresa pode ajustar rotas rapidamente conforme a situação muda.

Decisões mais seguras: Investidores e gestores ganham confiança quando veem que o planejamento contempla múltiplas possibilidades, não apenas a ideal.

Como criar cenários para seu negócio

A construção de cenários exige método e realismo. Siga estes passos para desenvolver projeções úteis:

1. Defina as variáveis-chave

Identifique os fatores que mais impactam seu negócio. Podem ser volume de vendas, custos de matéria-prima, taxa de câmbio, inflação ou mudanças no comportamento do consumidor.

2. Estabeleça três cenários principais

O mais comum é trabalhar com três versões:

Cenário otimista: As condições são favoráveis. Vendas crescem acima do esperado, custos se mantêm controlados e a margem de lucro aumenta.

Cenário realista: Baseado em premissas equilibradas e prováveis. É o meio-termo entre o melhor e o pior.

Cenário pessimista: Considera dificuldades como queda nas vendas, aumento de custos ou crises econômicas.

3. Quantifique os impactos

Para cada cenário, calcule como as variáveis afetam receitas, despesas, fluxo de caixa e indicadores financeiros como margem de lucro e ponto de equilíbrio.

4. Avalie a viabilidade

Analise se o negócio permanece viável mesmo no cenário mais desafiador. Se o cenário pessimista inviabiliza a operação, é sinal de que ajustes são necessários antes de seguir em frente.

Cenários em estudos de viabilidade

Nos estudos de viabilidade econômica e financeira, a criação de cenários é etapa obrigatória. Ela mostra aos investidores e gestores o quanto o projeto aguenta de pressão e quais são os limites aceitáveis de variação.

Por exemplo, ao avaliar a abertura de uma nova unidade, você pode testar:

Essas perguntas ajudam a entender se o projeto tem fundamentos sólidos ou se depende de condições muito específicas para funcionar.

Ferramentas para modelagem de cenários

A criação de cenários pode ser feita em planilhas financeiras integradas, que conectam projeções de receitas, custos, despesas e indicadores de desempenho. Essas ferramentas permitem alterar premissas e visualizar rapidamente os impactos em toda a operação.

Empresas que investem em modelagem financeira estruturada conseguem testar hipóteses com agilidade e tomar decisões baseadas em dados concretos.

Prepare-se para o inesperado

Nenhum planejamento garante que o futuro será exatamente como previsto. Mas trabalhar com cenários múltiplos coloca sua empresa em uma posição de maior controle e preparo.

Se você está considerando um novo investimento, expansão ou mudança estratégica, a criação de cenários deve fazer parte do seu processo de decisão. Quanto mais preparado para diferentes realidades, maiores as chances de sucesso independentemente do caminho que o mercado seguir.

A Jogabi é especialista em montar cenários econômicos e financeiros, para atestar que a sua empresa possa navegar para o caminho certo.

Conte conosco quando precisar criar algum cenário future do seu negócio!!!

Muitos empresários focam em aumentar as vendas, acreditando que um faturamento alto é o principal sinal de sucesso. Embora vender mais seja importante, a verdadeira saúde de um negócio está nos detalhes da gestão financeira.

Pequenos descuidos, muitas vezes invisíveis no dia a dia, podem se transformar em grandes prejuízos, minando a lucratividade e o crescimento da empresa.

Identificar e corrigir essas falhas é o que diferencia uma empresa que apenas sobrevive de uma que prospera. A boa notícia é que, com atenção e processos bem definidos, é possível reverter esse quadro.

Vamos detalhar 10 erros financeiros comuns que podem estar custando caro para o seu negócio sem que você perceba.

Leia também: Quanto custa uma consultoria financeira empresarial?

1. Misturar finanças pessoais com as da empresa

Um dos erros mais comuns e prejudiciais, especialmente em micro e pequenas empresas, é a falta de separação entre as contas pessoais e as do negócio. Usar a conta da empresa para pagar despesas domésticas ou vice-versa cria uma grande confusão no controle financeiro. Essa prática impede a análise correta dos resultados, dificulta a gestão do fluxo de caixa e pode levar a problemas fiscais.

Para resolver isso, o primeiro passo é abrir contas bancárias separadas e definir um pró-labore, que é o salário fixo do sócio. Assim, você garante que as finanças da empresa reflitam a realidade operacional do negócio.

2. Não usar DRE e fluxo de caixa para tomar decisões

Muitos gestores se baseiam apenas na intuição ou em dados superficiais para tomar decisões estratégicas. Ferramentas como a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e o Demonstrativo de Fluxo de Caixa (DFC) são fundamentais para uma gestão profissional. A DRE mostra o lucro ou prejuízo em um determinado período, enquanto o DFC detalha todas as entradas e saídas de dinheiro.

Ignorar esses relatórios é como navegar sem bússola. Utilizá-los permite identificar onde a empresa está ganhando ou perdendo dinheiro, planejar investimentos com segurança e garantir que haverá recursos para cobrir os compromissos.

3. Precificação incorreta por não calcular os custos reais

Definir o preço de um produto ou serviço com base apenas no valor praticado pela concorrência é um erro perigoso. Uma precificação correta deve cobrir todos os custos e despesas (fixos e variáveis), além de gerar uma margem de lucro saudável. Quando os custos reais não são calculados, a empresa corre o risco de vender com prejuízo sem saber.

É essencial mapear todos os gastos envolvidos na produção ou prestação do serviço, desde a matéria-prima e impostos até o aluguel e salários. Com esses dados, você pode aplicar uma metodologia de precificação, como o Markup, para chegar a um valor de venda que sustente o negócio.

4. Foco em faturamento, não em margem de lucro

Vender muito é ótimo, mas se a margem de lucro for baixa, o esforço pode não valer a pena. Focar exclusivamente no faturamento pode mascarar problemas de rentabilidade. Uma empresa pode ter uma receita milionária e, ainda assim, operar no vermelho se suas margens forem insuficientes para cobrir os custos e gerar lucro.

Acompanhe de perto a margem de contribuição de cada produto ou serviço. Esse indicador mostra quanto cada venda contribui para pagar as despesas fixas e formar o lucro. Analisar essa métrica ajuda a tomar decisões mais inteligentes sobre o mix de produtos e estratégias de venda.

5. Não fazer projeções financeiras

Gerenciar uma empresa olhando apenas para o presente é arriscar o futuro. A falta de projeções financeiras para o médio e longo prazo deixa o negócio vulnerável a imprevistos e impede o planejamento do crescimento. Sem uma visão de futuro, fica difícil definir metas, preparar-se para sazonalidades ou planejar grandes investimentos.

Elabore projeções de fluxo de caixa e de resultados, criando cenários otimistas, pessimistas e realistas. Esse exercício permite antecipar necessidades de capital, identificar oportunidades e tomar decisões mais seguras e bem fundamentadas.

6. Depender de poucos clientes grandes

Concentrar uma grande parte do faturamento em apenas um ou dois clientes representa um risco enorme. Se um desses clientes decidir encerrar o contrato ou reduzir o volume de compras, o impacto financeiro na sua empresa pode ser devastador. Essa dependência cria uma posição de vulnerabilidade nas negociações e limita a autonomia do negócio.

A solução é diversificar a carteira de clientes. Invista em marketing e vendas para atrair novos negócios e busque um equilíbrio saudável na distribuição da sua receita.

7. Não controlar estoques ou perdas

Um estoque mal gerenciado significa dinheiro parado. Excesso de produtos pode levar a perdas por obsolescência ou vencimento, enquanto a falta de itens pode resultar em vendas perdidas. Da mesma forma, não monitorar perdas de matéria-prima ou quebras na produção gera prejuízos que são absorvidos silenciosamente pela operação.

Implemente um sistema de controle de estoque eficiente, realizando inventários periódicos e acompanhando o giro dos produtos. Monitore e registre todas as perdas para entender suas causas e criar planos de ação para reduzi-las.

8. Contratar mais do que a operação suporta

Expandir a equipe antes que a estrutura financeira da empresa comporte esses novos custos é um erro que pode comprometer a saúde do caixa. A empolgação com o crescimento pode levar a contratações precipitadas, aumentando as despesas fixas de forma insustentável.

Antes de contratar, analise o impacto financeiro completo, incluindo salários, benefícios e impostos. Avalie se o aumento da produtividade ou das vendas justificará o investimento e se a empresa tem fôlego financeiro para manter a equipe no longo prazo.

9. Pagar juros e multas por desorganização

A falta de organização no setor financeiro leva ao pagamento de contas em atraso, gerando multas e juros que poderiam ser facilmente evitados. Esses pequenos valores, quando somados ao longo do ano, representam um dreno significativo de recursos que poderiam ser investidos no crescimento do negócio.

Organize um calendário de pagamentos, utilize sistemas de gestão ou planilhas para controlar os vencimentos e, se possível, automatize os pagamentos recorrentes. Manter a organização é uma forma simples e eficaz de economizar.

10. Confiar cegamente nos relatórios do sistema

Sistemas de gestão são ferramentas poderosas, mas não são infalíveis. A informação que eles geram depende da qualidade dos dados inseridos. Confiar cegamente nos relatórios sem fazer uma verificação manual pode levar a decisões baseadas em informações incorretas.

Crie o hábito de realizar uma "prova real" dos números. Periodicamente, confira se os dados do sistema batem com os extratos bancários e outros documentos. Essa checagem garante a confiabilidade das informações e a segurança das suas decisões.

Organize suas finanças e maximize seus lucros

Corrigir esses erros financeiros é um passo fundamental para construir uma empresa sólida e lucrativa. Uma gestão financeira organizada não apenas evita perdas, mas também libera recursos e tempo para que você possa focar no que realmente importa: o crescimento do seu negócio.

Se você identificou alguns desses problemas na sua empresa e não sabe por onde começar, a ajuda de especialistas pode fazer toda a diferença. Uma consultoria financeira, como a Jogabi, oferece o conhecimento e as ferramentas necessárias para estruturar seus processos, otimizar seus resultados e garantir a saúde financeira do seu negócio.

Não espere que os pequenos vazamentos se tornem um grande rombo. Fale com nossos consultores e descubra como podemos apoiar sua empresa a alcançar um novo patamar de gestão e lucratividade.

Quando lemos sobre fusões e aquisições nos portais de economia, quase sempre vemos cifras bilionárias e marcas globais envolvidas. Isso cria uma percepção equivocada de que essas estratégias são exclusivas de grandes corporações listadas na bolsa de valores.

Embora a realidade do mercado brasileiro para Pequenas e Médias Empresas (PMEs) ainda seja muito nova para este assunto, pois os dados históricos ainda estão sendo construídos, o assunto está crescendo e empresas estão conseguindo se profissionalizar e realizar bons negócios, principalmente com um apoio de uma consultoria estratégica como a Jogabi Soluções Empresariais.

PMEs podem também se beneficiar dessas operações todos os dias para sobreviver e crescer.

O mercado atual exige agilidade. Com a competitividade alta e margens de lucro muitas vezes apertadas, crescer apenas de forma orgânica, reinvestindo o próprio lucro, pode ser um caminho lento. É aqui que entra o M&A (Mergers and Acquisitions).

Essa ferramenta estratégica permite que negócios menores ganhem musculatura, eliminem concorrentes diretos ou diversifiquem suas fontes de receita em um tempo recorde.

Para o empresário de uma PME, entender esse universo não é apenas uma questão de ambição, mas de visão estratégica. Seu concorrente pode estar se preparando para comprar alguém ou ser comprado agora mesmo.

Compreender como funcionam esses processos ajuda você a proteger seu patrimônio e a identificar oportunidades que passariam despercebidas.

O que é M&A de forma simples?

A sigla M&A vem do inglês e significa Fusões e Aquisições. Embora o termo pareça técnico, o conceito é simples e faz parte da rotina de negócios de todos os tamanhos. Não se trata apenas de tubarões engolindo peixes menores. Envolve qualquer transação de compra, venda, fusão ou união estratégica entre duas ou mais empresas.

Uma fusão acontece quando duas empresas decidem unir suas operações para formar uma nova organização. Imagine duas padarias de bairro que competem entre si. Elas podem se fundir para criar uma rede maior, centralizar a produção e reduzir custos administrativos.

Já a aquisição ocorre quando uma empresa compra outra. Pode ser uma compra total, onde a empresa adquirida passa a ser controlada pela compradora, ou parcial, adquirindo apenas uma fatia do negócio ou ativos específicos, como uma carteira de clientes.

Para uma PME, o objetivo dessas operações geralmente gira em torno de quatro pilares: crescer rapidamente, conquistar novos clientes, reduzir custos operacionais (sinergia) ou garantir a sobrevivência em um mercado saturado.

Por que PMEs deveriam olhar para M&A?

Muitos donos de pequenas empresas acreditam que o sucesso vem apenas do aumento gradual das vendas mês a mês. O crescimento orgânico é saudável, mas o M&A funciona como um catalisador. Ele acelera processos que poderiam levar anos ou até décadas.

Aceleração do crescimento

Ao adquirir um concorrente ou uma empresa complementar, você dobra seu faturamento ou sua capacidade produtiva do dia para a noite. Construir essa mesma base de clientes do zero exigiria um investimento massivo em marketing e tempo de maturação.

Entrada em novos mercados

Imagine que sua empresa de software atende muito bem o setor de varejo, mas você quer entrar no agronegócio. Desenvolver um produto novo e aprender sobre esse mercado é caro e arriscado. Comprar uma empresa pequena que já atua no agro permite entrar nesse setor imediatamente, com um produto testado e clientes ativos.

Redução de riscos e receita recorrente

A diversificação protege o caixa. Se um negócio depende de um único produto ou serviço, qualquer mudança no mercado pode ser fatal. O M&A ajuda a trazer novas linhas de receita, diluindo o risco operacional.

Alternativa a dívidas bancárias

Para crescer, muitas empresas recorrem a empréstimos com juros altos. Trazer um sócio investidor ou fundir-se com uma empresa capitalizada pode ser uma forma de levantar recursos e investir na expansão sem comprometer o fluxo de caixa com parcelas de dívidas.

Situações comuns em que um M&A funciona para PMEs

O M&A no universo das pequenas empresas resolve problemas práticos do dia a dia. Identificar essas situações pode ser o gatilho para buscar uma negociação.

Sucessão familiar indefinida

Muitas empresas familiares sólidas fecham as portas porque os filhos não querem assumir o negócio, ou ainda tem muitas divergências entre as gerações. Vender a empresa para um concorrente ou para um grupo de investidores é uma saída digna que monetiza o trabalho de uma vida inteira do fundador.

E vou dizer, este é um dos grandes problemas que observamos em nosso trabalho consultivo, as divergências de pensamento e estratégias de perpetuidade da companhia. Esta é uma dor que o seu negócio enfrenta? Nós poderemos lhe ajudar!

Por estas razões, o M&A é uma opção que pode salvar o negócio.

Concorrentes locais em guerra de preços

Dois concorrentes em uma mesma cidade podem passar anos brigando por preço, destruindo a margem de lucro de ambos. A fusão dessas empresas encerra a guerra, permite praticar preços justos e soma as forças de vendas.

Negócios complementares

Empresas que vendem para o mesmo cliente, mas produtos diferentes, são ótimos pares. Uma consultoria de gestão pode se unir a uma empresa de software de gestão financeira. O cliente precisa dos dois, e a venda cruzada (cross-selling) aumenta o faturamento sem custo extra de aquisição de cliente.

Problemas financeiros com ativos valiosos

Às vezes, uma empresa tem uma excelente carteira de clientes e uma marca forte, mas está endividada e sem capital de giro. Uma empresa maior e saudável pode adquirir essa operação, renegociar as dívidas e aproveitar a base de clientes, salvando o valor que foi construído.

O que uma PME precisa antes de pensar em M&A?

Nenhum investidor ou comprador sério assinará um cheque para uma empresa desorganizada. A preparação interna é o fator que mais influencia o valor final da transação (Valuation).

A base de tudo é a organização financeira. Sua empresa precisa ter um DRE (Demonstrativo do Resultado do Exercício) confiável e um fluxo de caixa organizado. Misturar as contas pessoais dos sócios com as da empresa é um erro fatal que afasta interessados e derruba o preço do negócio.

Você também precisa ter uma referência de valor. O Valuation não é um "chute", mas um cálculo técnico que mostra quanto sua empresa vale baseada na capacidade dela de gerar caixa no futuro. Ter esse número em mãos evita propostas ofensivas e expectativas irreais.

Também é fundamental arrumar a casa operacionalmente. Processos internos que dependem exclusivamente do dono tiram valor da empresa. O comprador precisa ver que o negócio roda sem a presença constante do fundador. Prepare-se para ser auditado; a due diligence vai investigar cada contrato e cada nota fiscal.

Etapas simples de um M&A para PMEs

O processo pode parecer longo, mas segue uma lógica estruturada para garantir segurança a ambos os lados.

  1. Análise e objetivo: Defina claramente se você quer comprar, vender ou se fundir. Qual é o objetivo estratégico? Aposentadoria? Expansão?
  2. Valuation: Contrate uma avaliação profissional para entender a faixa de valor do seu negócio ou do alvo que deseja comprar.
  3. Apresentação ao mercado: Se for vender, prepara-se um documento (chamado teaser) que apresenta os dados da empresa de forma anônima para atrair interessados.
  4. Negociação: As partes interessadas discutem os termos. Assina-se um Memorando de Entendimentos (MoU) ou Carta de Intenções (LoI), formalizando o interesse e garantindo exclusividade temporária.
  5. Due Diligence (Auditoria): O comprador abre a "caixa preta" da empresa vendedora. Financeiro, jurídico, fiscal e trabalhista são revisados em detalhes para confirmar se os números apresentados na negociação são reais.
  6. Assinatura e integração: Com tudo aprovado, assina-se o contrato final e inicia-se o desafio da integração das culturas e operações.

Os maiores erros de PMEs em processos de M&A

Pequenos empresários costumam falhar na negociação por falta de experiência ou assessoria adequada. O erro mais comum é achar que M&A não é para eles, perdendo oportunidades de consolidação de mercado.

Outro equívoco frequente é procurar um comprador apenas "quando a empresa vai mal". Negócios em crise valem menos. O momento ideal para vender ou buscar um sócio é quando a empresa está crescendo e dando lucro, pois é quando ela é mais atraente e valiosa.

A informalidade financeira é outro grande vilão. Números confusos, "caixa 2" ou falta de controles básicos tornam a auditoria impossível e matam a negociação. Aceitar o primeiro interessado sem analisar riscos e focar apenas no preço final, esquecendo de discutir como será a continuidade da empresa e a cultura pós-venda, também são falhas graves.

Quando NÃO fazer M&A

Existem momentos em que a melhor decisão é recuar e organizar a casa. Se a sua empresa está totalmente desorganizada financeiramente, sem saber qual é o lucro real, entrar em um processo de M&A será frustrante e desvalorizará seu ativo.

Empresas onde o dono é insubstituível também enfrentam problemas. Se o faturamento depende 100% do relacionamento pessoal do fundador e ele quer sair do negócio após a venda, a empresa perde o valor. Nesses casos, é necessário criar processos e treinar sucessores antes de ir ao mercado.

A falta de clareza sobre o pós-transação é outro sinal de alerta. Se não houver um plano claro de integração e objetivos definidos, a fusão pode destruir o valor de ambas as empresas em vez de criar algo melhor.

O M&A como ferramenta de alavancagem

O M&A é uma ferramenta poderosíssima para PMEs. No ambiente atual, com juros ainda altos, competição forte e margens apertadas, unir forças, vender parte do negócio ou adquirir empresas menores pode ser o fator que separa as empresas que crescem daquelas que ficam estagnadas.

Para trilhar esse caminho com segurança, a profissionalização da gestão financeira é o primeiro passo. Ter seus números em dia, processos definidos e uma visão clara de futuro coloca sua empresa em uma posição de vantagem na mesa de negociação, seja você comprador ou vendedor.

A Jogabi tem relacionamento com investidores e poderá alavancar a venda da sua empresa, a compra de alguma que lhe interesse, ou apoiar no processo de fusão e aquisição. Não jogue fora esta oportunidade, entre em contato conosco.

Se você está pensando em contratar uma consultoria financeira para a sua empresa, provavelmente já se fez essa pergunta. A resposta, no entanto, não é tão simples quanto parece. Não existe um valor único ou uma tabela fixa que sirva para todos os negócios.

O investimento em consultoria financeira varia de acordo com diversos fatores. Cada empresa tem suas próprias necessidades, desafios e objetivos. Por isso, o valor cobrado está diretamente ligado ao tipo de trabalho que será realizado e aos resultados que você espera alcançar.

Neste artigo, vamos explicar o que realmente influencia o custo de uma consultoria financeira empresarial e como avaliar se esse investimento faz sentido para o seu negócio.

O que influencia o valor de uma consultoria financeira?

Antes de falar sobre valores, é importante entender que uma consultoria financeira não é um produto pronto. Ela é um SERVIÇO COMPLETAMENTE PERSONALIZADO, moldado conforme a realidade da sua empresa.

Diversos elementos entram na formação do investimento. Vamos detalhar os principais:

Porte e estrutura da empresa

O tamanho do seu negócio impacta diretamente no trabalho que será desenvolvido. Uma microempresa com poucos funcionários e operações simples demanda menos horas de trabalho do que uma média empresa com múltiplas filiais, dezenas de colaboradores e processos complexos.

Quanto maior a estrutura, maior a quantidade de dados a serem analisados, relatórios a serem elaborados e ajustes a serem implementados. Isso naturalmente reflete no investimento necessário.

Complexidade das demandas

Nem toda empresa busca o mesmo tipo de serviço. Algumas precisam apenas organizar o fluxo de caixa e separar as finanças pessoais das empresariais. Outras buscam soluções mais aprofundadas, como reestruturação completa da gestão financeira, precificação aprofundada, DRE gerencial com critérios mais completos junto a parte de FP&A por exemplo.

Quanto mais complexa e estratégica for a demanda, maior será o tempo dedicado pelos consultores. Isso envolve análises detalhadas, reuniões frequentes e acompanhamento contínuo dos resultados.

Objetivos e resultados esperados

O que você espera alcançar com a consultoria também influencia o investimento. Se o objetivo é apenas resolver um problema pontual, o trabalho será mais direcionado e rápido. Por outro lado, se a meta é transformar completamente a gestão financeira e preparar a empresa para crescimento sustentável, o projeto será mais amplo e duradouro.

Consultores experientes trabalham focados em resultados. Quanto mais ambiciosas forem suas metas, maior será o esforço necessário para atingi-las.

Tempo de trabalho e frequência de acompanhamento

A duração do projeto faz toda a diferença. Alguns serviços são pontuais, como um Estudo de viabilidade ou um Valuation. Outros exigem acompanhamento mensal ou até semanal, como a Gestão financeira completa ou a Controladoria.

Quanto mais tempo os consultores dedicarem ao seu projeto, maior será o investimento. Isso inclui reuniões regulares, análises periódicas e ajustes constantes nas estratégias financeiras.

Experiência e especialização dos consultores

A qualificação dos profissionais envolvidos também conta. Consultores com anos de experiência, formação sólida e histórico comprovado de resultados cobram valores compatíveis com a expertise que oferecem.

Contratar profissionais experientes significa ter acesso a soluções mais rápidas, precisas e eficazes. Isso pode representar economia de tempo e dinheiro no longo prazo, mesmo que o investimento inicial pareça maior.

Quais serviços podem ser incluídos na consultoria?

Para entender melhor o investimento, vale a pena conhecer alguns dos exemplos/tipos de serviços que uma consultoria financeira pode oferecer:

Gestão financeira: organização de rotinas financeiras, redução de custos e despesas, controle de fluxo de caixa, negociações com bancos, elaboração de dashboards e treinamento de equipes.

Controladoria: análise de DRE e DFC, orçamento empresarial, precificação de produtos e serviços, elaboração de indicadores de performance (KPIs) e balanços gerenciais.

Estudos de viabilidade: avaliação de novos projetos baseado em uma modelagem financeira personalizada, criação de cenários e análises de mercado, estudos de payback, TIR, VPL.

Valuation: cálculo do valor justo para a venda ou compra de uma empresa, preparação para fusões, aquisições ou captação de investimentos.

BPO financeiro: terceirização completa da gestão financeira, com equipe dedicada e relatórios periódicos.

Cada um desses serviços tem características próprias e demanda diferentes níveis de dedicação. Por isso, o investimento varia conforme os serviços escolhidos.

Como avaliar se o 📊 investimento vale a pena?

Contratar uma consultoria financeira é, antes de tudo, um investimento estratégico. A pergunta que você deve fazer não é "quanto custa?", mas sim "quanto isso pode me trazer de retorno?".

Uma boa consultoria ajuda a reduzir custos desnecessários, aumentar a lucratividade, organizar processos e tomar decisões mais assertivas. Muitas empresas conseguem pagar o investimento da consultoria apenas com os ganhos gerados pelas melhorias implementadas.

Pense no seguinte: quanto dinheiro sua empresa perde atualmente por falta de controle financeiro? Quanto deixa de ganhar por não ter informações claras para tomar decisões estratégicas? Quanto gasta a mais em tributos ou juros bancários por não ter uma gestão eficiente?

Quando você coloca esses números na ponta do lápis, percebe que o 📊INVESTIMENTO na consultoria pode ser muito menor do que o prejuízo causado pela ausência de uma gestão financeira adequada.

O que você deve fazer antes de contratar uma consultoria?

Antes de buscar orçamentos, é importante ter clareza sobre o que sua empresa precisa. Faça uma autoavaliação e responda:

Com essas respostas em mente, fica mais fácil conversar com consultores e entender qual solução faz sentido para o seu negócio. Empresas sérias fazem uma análise inicial para identificar suas necessidades reais antes de apresentar uma proposta.

Como encontrar a consultoria certa para sua empresa?

Escolher uma consultoria financeira não se resume a comparar preços. É fundamental avaliar a experiência da equipe, a reputação no mercado e os resultados já alcançados com outros clientes.

Busque referências, converse com outros empresários que já contrataram o serviço e peça para conhecer cases de sucesso. Uma boa consultoria deve ser transparente sobre sua metodologia de trabalho e estar disposta a esclarecer todas as suas dúvidas.

Lembre-se: o mais barato nem sempre é a melhor opção. O importante é encontrar uma parceria que entenda as particularidades do seu negócio e esteja comprometida em entregar resultados reais.

Transforme seu investimento em resultados concretos

O valor de uma consultoria financeira empresarial não pode ser definido sem antes entender as necessidades específicas da sua empresa. O que importa de verdade é o retorno que esse investimento pode trazer: mais lucro, menos desperdício, decisões mais seguras e um negócio financeiramente saudável.

Conte com a Jogabi para transformar desafios financeiros em planos de ação concretos para sua empresa. Temos nota máxima na avaliação dos nossos clientes, já atendemos dezenas de empresas, e absolutamente todas ficaram satisfeitas com o ANTES da Jogabi e o DEPOIS.

Quer conhecer nossa metodologia de sucesso para a saúde financeira da sua empresa? Entre em contato conosco.

A Reforma Tributária, considerada a maior mudança no sistema de impostos do Brasil nas últimas décadas, já está em andamento. Com um período de transição que se estenderá até 2033, as novas regras prometem simplificar a cobrança de tributos e trazer mais transparência para o ambiente de negócios.

Para os donos de pequenas e médias empresas (PMEs), este é um momento de atenção. Embora a simplificação seja bem-vinda, a adaptação exigirá planejamento e conhecimento. Uma pesquisa da Omie com pequenos empresários revelou um dado preocupante: 57% deles não conseguem medir os efeitos da reforma em seus negócios.

Este artigo foi criado para ser seu guia nesse processo. Aqui, vamos explicar o que é a Reforma Tributária, quais são as principais mudanças, como elas afetarão as PMEs e o que você pode fazer para se preparar desde já.

O que é a Reforma Tributária?

A Reforma Tributária busca unificar diversos impostos sobre o consumo em um modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), semelhante ao adotado em muitos países. O objetivo é acabar com a complexidade do sistema atual, que, segundo o Banco Mundial, faz com que uma empresa brasileira gaste, em média, mais de 1.500 horas por ano apenas para cumprir suas obrigações fiscais.

O novo sistema será composto principalmente por dois novos tributos:

Juntos, CBS e IBS formarão o IVA dual. A ideia é que a cobrança seja feita no local de consumo (destino) e não na origem, além de garantir que o imposto pago em etapas anteriores da cadeia produtiva gere crédito, evitando o "efeito cascata".

Além deles, foi criado o Imposto Seletivo (IS), apelidado de "imposto do pecado", que incidirá sobre produtos e serviços prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, como cigarros e bebidas alcoólicas.

Principais mudanças e o cronograma de implementação

A transição para o novo sistema será longa e gradual para permitir que empresas e governos se adaptem. Entender o cronograma é o primeiro passo para um bom planejamento.

Cronograma de Transição

Qual o impacto da Reforma Tributária nas pequenas empresas?

As PMEs sentirão os efeitos da reforma de maneiras distintas, dependendo do seu regime tributário.

Para empresas do Simples Nacional

As empresas optantes pelo Simples Nacional terão um tratamento diferenciado e simplificado. Elas poderão optar por duas formas de recolhimento:

  1. Manter o regime atual: Continuar pagando os tributos da forma unificada como já fazem hoje, por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).
  2. Aderir ao novo sistema: Recolher o IBS e a CBS "por fora", como as demais empresas.

A principal mudança para quem permanecer no Simples será a obrigação de destacar o valor do IBS e da CBS nas notas fiscais a partir de 2027. Isso é importante porque, ao fazer isso, seus clientes que não são do Simples poderão aproveitar os créditos tributários gerados por essa compra. Na prática, isso pode tornar as empresas do Simples mais competitivas ao vender para empresas maiores.

Para empresas do Lucro Presumido e Lucro Real

Essas empresas serão diretamente impactadas pela substituição dos impostos. A principal vantagem é o sistema de créditos. Com a não cumulatividade plena, todo imposto pago na compra de insumos, produtos e serviços (exceto os de uso e consumo pessoal) poderá gerar crédito para abater do imposto a ser pago na venda.

No entanto, o impacto real dependerá muito do setor. Empresas de serviços, que geralmente têm uma mão de obra intensiva e geram poucos créditos, podem enfrentar um aumento na carga tributária. Já a indústria e o comércio, que possuem cadeias mais longas, tendem a se beneficiar.

Como preparar sua empresa para a transição

Apesar de a implementação total levar alguns anos, a preparação precisa começar agora. Dados da Fenacon mostram que apenas 9,5% das empresas brasileiras se sentem, de fato, preparadas. Não faça parte da estatística dos desprevenidos.

1. Converse com seu contador

Seu contador é seu maior aliado neste momento. Ele pode ajudar a entender as especificidades da reforma para o seu setor e regime tributário. Discuta os possíveis cenários e comece a traçar um plano de ação.

2. Simule os impactos financeiros

Não espere 2026 para descobrir como as novas alíquotas afetarão seu caixa. Comece a simular o impacto nos seus preços, custos e margem de lucro. Ferramentas de gestão financeira podem ser úteis para visualizar esses cenários e entender como seu fluxo de caixa será afetado.

3. Revise sua estrutura de custos e fornecedores

Analise seus custos e entenda quais despesas poderão gerar créditos de IBS e CBS. Avalie também seus fornecedores. Dar preferência a fornecedores que também estão no novo regime e destacam os impostos na nota fiscal será fundamental para garantir o aproveitamento dos créditos.

4. Adapte seus sistemas e processos

A partir de 2026, a emissão de notas fiscais precisará incluir campos para o IBS e a CBS. Verifique se seu software de gestão (ERP) e emissão de notas está preparado para essa mudança. Entre em contato com seu fornecedor de tecnologia e questione sobre as atualizações necessárias.

5. Capacite sua equipe

Tanto a equipe financeira quanto a comercial precisam entender as novas regras. O time de vendas, por exemplo, precisará saber explicar aos clientes como a nova precificação funciona, enquanto o financeiro deverá dominar as regras de crédito e débito dos novos impostos.

O futuro é de quem se planeja

A Reforma Tributária é uma jornada longa, mas inevitável. Embora a complexidade possa aumentar nos primeiros anos de transição devido à coexistência de dois sistemas, a promessa a longo prazo é de um ambiente de negócios mais simples, justo e competitivo.

As empresas que saírem na frente, buscando informação, planejando cenários e adaptando seus processos, não apenas sobreviverão à transição, mas também estarão mais bem posicionadas para colher os frutos da simplificação. Não espere as mudanças se tornarem obrigatórias. O momento de preparar sua empresa é agora.

Precisa se preparar para a Reforma Tributária? A Jogabi é uma consultoria financeira para PMEs e pode apoiar seu planejamento.

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Muitos empresários focam no lucro apresentado pela Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) e acreditam que esse valor, por si só, representa o sucesso do negócio.

Embora uma DRE positiva seja um excelente sinal, ela não conta a história completa. Lucro no papel é diferente de dinheiro no bolso.

Para ter uma visão real da saúde da sua empresa, é fundamental integrar a DRE com o Fluxo de Caixa (DFC) e o Balanço Patrimonial (BP).

Entender como esses três relatórios se conectam permite que o gestor enxergue o verdadeiro impacto econômico e financeiro de suas operações. No mundo das finanças, essa conexão é conhecida como 3 Statement Model, um pilar para qualquer análise robusta.

Neste artigo, vamos explicar a importância de cada demonstrativo e, principalmente, como a integração deles oferece um panorama completo para uma gestão mais segura e estratégica.

O papel de cada demonstrativo financeiro

Antes de unirmos as peças, é importante entender a função individual do Balanço Patrimonial, da DRE e do Fluxo de Caixa. Eles são como três fotografias diferentes do seu negócio, cada uma com um ângulo e um propósito específico.

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)

A DRE é o relatório que responde à pergunta: "Minha empresa deu lucro ou prejuízo?". Ela apresenta o desempenho econômico do negócio em um determinado período (geralmente mensal ou anual), confrontando receitas, impostos, custos e despesas.

O ponto-chave da DRE é que ela opera pelo regime de competência. Isso significa que as receitas e despesas são registradas quando ocorrem, não importando quando o dinheiro efetivamente entra ou sai do caixa.

Por exemplo, uma venda a prazo é registrada como receita no momento da venda, mesmo que o pagamento só seja recebido 60 dias depois. É por isso que uma empresa pode mostrar um lucro alto na DRE, mas ainda assim enfrentar dificuldades para pagar suas contas.

Demonstrativo de Fluxo de Caixa (DFC)

O DFC, por sua vez, foca exclusivamente na movimentação do dinheiro. Ele responde à pergunta: "De onde veio e para onde foi o dinheiro da minha empresa?". Este relatório detalha todas as entradas e saídas de caixa, organizadas em três categorias:

O DFC opera pelo regime de caixa, mostrando a realidade da liquidez da empresa. Ele é fundamental para avaliar a capacidade do negócio de gerar caixa, honrar compromissos e financiar sua expansão.

Balanço Patrimonial (BP)

O Balanço Patrimonial é um retrato estático da posição patrimonial e financeira da empresa em uma data específica. Ele responde à pergunta: "O que minha empresa possui e o que ela deve?". O BP é estruturado em duas partes que devem estar sempre em equilíbrio:

Também subdivide-se em curto e longo prazo, a fim de entender o tempo em que as coisas aconteceram / acontecerão.

A equação fundamental é: Ativos = Passivos + Patrimônio Líquido. O Balanço mostra a evolução do patrimônio da empresa ao longo do tempo.

Leia também: DRE e DFC: qual é a diferença e importância dos dois relatórios?

A conexão dos três relatórios: O 3 Statement Model

A verdadeira força da análise financeira surge quando esses três relatórios são vistos de forma integrada. Eles não são independentes; um alimenta o outro em um ciclo contínuo que revela a dinâmica completa do negócio.

Vamos entender como essa conexão funciona na prática:

  1. Da DRE para o Balanço Patrimonial: O ponto de partida é o lucro (ou prejuízo) apurado na DRE. O lucro líquido do período, após a dedução de impostos, é transferido para o Balanço Patrimonial, na seção do Patrimônio Líquido. Esse valor, somado ao saldo anterior, mostra como a operação da empresa contribuiu para o aumento (ou diminuição) do seu patrimônio.
  2. Da DRE para o Fluxo de Caixa: A DRE é o começo para a construção do DFC pelo método indireto. Partindo do lucro líquido, ajustamos os itens que não representam movimentação de caixa (como a depreciação de ativos) e as variações nas contas do Balanço Patrimonial (como contas a receber, estoques e contas a pagar). Essa conciliação explica por que o lucro apurado é diferente da geração de caixa no mesmo período.
  3. Do Fluxo de Caixa para o Balanço Patrimonial: O saldo final de caixa apurado no Demonstrativo do Fluxo de Caixa deve ser exatamente igual ao valor da conta "Caixa e Equivalentes de Caixa" no Balanço Patrimonial ao final do período. Além disso, as atividades de investimento e financiamento do DFC (compra de máquinas, obtenção de empréstimos) alteram diretamente as contas correspondentes de ativos e passivos no BP.

Essa integração permite que o gestor tenha respostas claras. Se a DRE mostra lucro, mas o caixa diminuiu, a análise conjunta mostrará que o dinheiro pode estar "preso" em contas a receber de clientes ou em um aumento de estoque, por exemplo.

A realidade nas pequenas empresas

Embora o modelo integrado dos três demonstrativos (Balanço Patrimonial, DRE e Fluxo de Caixa) seja o ideal, a verdade é que, em pequenas empresas, dificilmente essa integração é feita de forma completa e formalizada. Muitas vezes, a contabilidade entrega apenas o básico, e o gestor não tem ferramentas ou tempo para cruzar todas essas informações.

Nesses casos, a forma mais prática e eficiente de gerenciar as finanças é manter uma conciliação bancária bem-feita e acompanhar o Fluxo de Caixa direto (entradas e saídas categorizadas). Por mais simples que pareça, essa disciplina garante que o empresário saiba exatamente quanto entrou, quanto saiu e qual o saldo disponível para tomar decisões (mesmo que parciais) no dia a dia.

A boa gestão começa no controle do caixa: ele é o termômetro imediato da sobrevivência do negócio. Com essa base sólida, o empresário pode então evoluir para análises mais robustas e integrar os três demonstrativos no future, com a ajuda de uma empresa especializada como a Jogabi.

Prepare sua empresa para o próximo nível

Analisar os demonstrativos financeiros de forma isolada é como tentar montar um quebra-cabeça olhando para uma única peça. Você pode até identificar uma cor ou um formato, mas nunca verá a imagem completa.

Somente com a integração do Balanço Patrimonial, da DRE e do Fluxo de Caixa é possível ter uma visão tridimensional e precisa da saúde financeira do seu negócio.

Essa gestão integrada permite tomar decisões mais assertivas, identificar riscos de liquidez, entender a real rentabilidade e planejar o crescimento de forma sustentável.

Se você sente que precisa de apoio para implementar essa visão completa na sua gestão, a consultoria financeira empresarial da Jogabi é o caminho.

Ajudamos micro, pequenas e médias empresas a definirem controles, analisarem seus resultados e transformarem dados em decisões estratégicas para garantir mais lucratividade e saúde financeira.

Fale com nossos especialistas agora mesmo!

Sua empresa vende bem, mas você não consegue entender para onde o dinheiro está indo? Relatórios financeiros complexos deixam você confuso na hora de tomar decisões importantes? Ou até mesmo o que você tem na sua empresa pode ser tão simples a ponto de não te mostrar a realidade?

Está cansado daqueles gráficos simples e feios do Excel?

Os dashboards financeiros podem ser a solução que você procura para visualizar a saúde financeira e lucratividade do seu negócio de forma clara e objetiva.

Um dashboard financeiro bem estruturado transforma números dispersos em informações visuais que facilitam a análise e aceleram a tomada de decisões estratégicas.

Para pequenas e médias empresas, essa ferramenta representa a diferença entre administrar no escuro ou ter controle total sobre os indicadores que realmente importam.

O que são dashboards financeiros?

Um dashboard financeiro é um painel visual que apresenta os principais indicadores econômicos e financeiros da empresa de maneira organizada e intuitiva.

Funciona como o painel de um carro: reúne as informações mais importantes em um local de fácil acesso e compreensão.

Diferente de relatórios tradicionais cheios de números e tabelas, os dashboards utilizam gráficos, cores e elementos visuais para destacar tendências, alertas e oportunidades.

Essa abordagem visual permite que gestores identifiquem rapidamente problemas ou sucessos sem precisar analisar planilhas complexas.

A ferramenta centraliza dados de diferentes fontes, como vendas, contas a pagar, contas a receber e estoque, e os apresenta em tempo real ou próximo do tempo real, dependendo da configuração escolhida.

Por que dashboards financeiros são Importantes

Velocidade na tomada de decisões

O tempo é um fator determinante no mundo dos negócios. Com um dashboard bem configurado, você consegue identificar problemas de fluxo de caixa, queda nas vendas ou aumento de custos em questão de minutos, não de dias ou semanas.

Visão holística do negócio

Os dashboards permitem enxergar a empresa como um todo, conectando diferentes áreas e mostrando como uma interfere na outra. Por exemplo, você pode ver como o aumento nas vendas está impactando o fluxo de caixa e os níveis de estoque simultaneamente.

Identificação de padrões e tendências

A representação gráfica dos dados torna mais fácil identificar sazonalidades, tendências de crescimento ou declínio, e padrões de comportamento dos clientes que podem influenciar decisões futuras.

Principais métricas para incluir

Indicadores de Liquidez

O fluxo de caixa é o coração financeiro da empresa. Seu dashboard deve mostrar:

Métricas de rentabilidade

Para entender se o negócio está gerando lucro real, alguns exemplos:

Indicadores de receita

Acompanhe o desempenho comercial através de:

Controle de custos e despesas

Monitore onde o dinheiro está sendo gasto:

Exemplos de ferramentas para criar dashboards financeiros

Microsoft Power BI

O Power BI se destaca como uma das ferramentas mais populares para criação de dashboards financeiros. Sua integração nativa com o Excel e outros produtos Microsoft facilita a importação de dados financeiros existentes.

A ferramenta oferece templates específicos para área financeira, permitindo que empresas implementem dashboards profissionais. A capacidade de criar relatórios interativos e compartilhá-los com a equipe torna o Power BI uma escolha sólida para PMEs.

Python

O Python é amplamente utilizado para criação de dashboards financeiros personalizados. Com bibliotecas ao dispor, permite desenvolver relatórios interativos e altamente adaptados às necessidades específicas de cada empresa.

Sua flexibilidade é ideal para análises financeiras complexas e integração com bancos de dados, oferecendo liberdade total para modelagem e visualização. É indicado para negócios que buscam soluções sob medida.

Looker Studio (antigo Google Data Studio)

Para empresas que utilizam ferramentas Google (Sheets, Analytics, Ads), o Looker Studio oferece integração natural e gratuita. Com templates prontos e recursos colaborativos, é uma excelente opção para pequenas empresas que estão começando a trabalhar com dashboards financeiros.

Como Implementar dashboards financeiros na sua empresa

  1. Defina objetivos claros
  2. Organize e padronize dados
  3. Comece simples
  4. Estabeleça frequência de atualização
  5. Treine a equipe

Erros comuns e como evitá-los

Excesso de informação

Dashboards sobrecarregados com muitas métricas podem confundir mais do que ajudar. Mantenha o foco nos indicadores que realmente impactam as decisões do dia a dia.

Falta de contextualização

Números isolados têm pouco valor. Sempre inclua comparativos (mês anterior, mesmo período do ano passado, meta estabelecida) para dar contexto às informações.

Não definir responsáveis

Sem responsáveis claros pela manutenção e atualização dos dados, o dashboard rapidamente se torna uma ferramenta abandonada e inútil.

Ignorar a experiência do usuário

O dashboard deve ser intuitivo e fácil de navegar. Se a equipe tem dificuldade para encontrar informações, a ferramenta não cumprirá seu propósito.

Você quer ter um dashboard financeiro / gerencial profissional na sua empresa?

A Jogabi é especialista em dashboards, gráficos, relatórios, informações essenciais e corretas.

Muitas vezes é necessário investir em alguma ferramenta que conecte-se o seu banco de dados e traga as informações em real time. Quer ter esta experiência em sua empresa?

Entre em contato conosco!

Precificar produtos e serviços pode ser um dos maiores desafios para empresas de todos os tamanhos. Uma precificação incorreta pode significar perda de competitividade, redução da lucratividade e certamente dificuldades financeiras.

Mas como garantir que você está calculando o preço da forma certa?

Neste artigo, vamos ajudar você a entender os fundamentos da Precificação Inteligente, oferecendo dicas práticas para atingir um equilíbrio entre atratividade de mercado e rentabilidade.

Acompanhe até o fim e garanta o acesso ao nosso e-Book exclusivo sobre o tema, para aprofundar ainda mais o seu conhecimento.

O que é precificação inteligente?

A precificação inteligente é uma abordagem estratégica que considera todos os fatores envolvidos na formação de preço, como custos fixos, variáveis, impostos, custo de aquisição do cliente, valor percebido pelo cliente e posicionamento no mercado.

Mais do que simplesmente calcular um preço com base nos custos, essa técnica garante que ele esteja alinhado com a realidade do mercado e com os objetivos da empresa, assegurando competitividade e lucratividade.

Por que a precificação correta é vital para sua empresa?

Muitos negócios enfrentam dificuldades financeiras ou perdem oportunidades simplesmente por não precificar corretamente seus produtos, ou serviços. Abaixo, destacamos alguns benefícios da precificação estratégica:

7 passos para precificar de forma estratégica

Agora que entendemos a importância da precificação inteligente, vamos a um passo a passo simples para você aplicar na prática.

1. Levante todos os seus custos e despesas

Para estabelecer preços adequados, é essencial ter clareza sobre todos os custos:

2. Determine sua meta de lucro

Defina qual será a porcentagem de lucro sobre cada produto ou serviço vendido. Esse número deve ser realista, considerando a sua estrutura interna e analisando também o valor percebido pelos consumidores e o preço praticado pelos seus concorrentes.

3. Estude seus concorrentes e o mercado

Analisar a concorrência é fundamental para posicionar o seu preço. Preços muito elevados podem afastar clientes, enquanto valores muito baixos podem comprometer sua margem de lucro e percepção de qualidade.

DICA: Cuidado ao precificar somente pelo que a sua concorrência está praticando. Este é o maior erro que como consultoria encontramos por ai!!!

4. Considere o valor percebido pelo cliente

O preço de um produto ou serviço nem sempre reflete apenas os custos de produção; ele também deve levar em conta o valor que o cliente percebe.

Por exemplo:

5. Use a metodologia do Markup

O markup é uma fórmula prática para calcular o preço de venda com base nos custos / despesas e no lucro desejado.

A fórmula básica para calcular o markup é:

Markup = 100 / (100 - (DF % + DV %+ ML %))

Onde:

Com essa fórmula, você consegue determinar o fator de multiplicação que deve ser aplicado ao custo total para chegar ao preço de venda adequado.

6. Teste e ajuste seus preços

Depois de definir preços estratégicos, monitore os resultados. Avalie o impacto nas vendas, na percepção dos clientes e na saúde financeira do negócio.

Esteja disposto a ajustar sua estratégia conforme os feedbacks e mudanças de mercado.

7. Reforço do item 1

Depois de ler todo o conteúdo, volte ao item 1, revise e pense se você considerou tudo, inclusive impostos sobre vendas, taxas da maquininha de cartão, por exemplo, para ter a certeza de que precificou corretamente para obter o tão esperado lucro.

Depois de Acesse nosso e-Book gratuito sobre precificação

Quer se aprofundar ainda mais no cálculo de preços estratégicos? Nossa equipe criou um e-Book exclusivo, Precificação Inteligente, que detalha:

Acesse o e-Book gratuito agora e tenha uma referência prática sempre que precisar revisar sua estratégia de preços.

Comece a precificar corretamente hoje mesmo

Precificar de maneira inteligente é mais do que uma simples etapa operacional; é um diferencial competitivo que PODE TRANSFORMAR os resultados do seu negócio.

Se precisar de ajuda para alinhar sua estratégia financeira, nossa consultoria financeira está à disposição para auxiliar você a atingir seus objetivos empresariais.

Precisa de suporte especializado?

Entre em contato com nossos consultores e descubra como podemos ajudar a alavancar seus lucros.

O desempenho financeiro de uma empresa não se mede apenas pelo volume de vendas ou pelo saldo em conta.

A verdadeira lucratividade está nos detalhes: na eficiência operacional, na estrutura de custos, na rentabilidade das atividades-fim e, principalmente, na geração de caixa.

Na Jogabi Soluções Empresariais, identificamos diariamente em pequenas e médias empresas que mantêm um bom ritmo de faturamento, mas não conseguem converter isso em resultados sustentáveis. O problema raramente está nas vendas.

Ele aparece, geralmente, na falta de uma análise gerencial estruturada — aquela que vai além dos números brutos e revela o que realmente está acontecendo.

Leia também: Valuation de empresas: como avaliar o valor da minha empresa?

Lucro gerencial/contábil ou resultado estratégico?

É comum encontrar empresas que demonstram lucro, mas enfrentam dificuldades para honrar compromissos, reinvestir no negócio ou distribuir resultados.

Isso acontece quando o gestor não conecta a DRE com o fluxo de caixa e o balanço patrimonial, deixando de ver a empresa como um organismo financeiro completo.

Nosso e-Book gratuito “Lucro ou Prejuízo” mostra, de forma prática, como usar relatórios como a DRE Gerencial e o DFC Direto/Indireto para analisar o desempenho real do negócio, identificar pontos de atenção e tomar decisões com base em dados confiáveis.

Leia também: DRE e DFC: qual é a diferença e importância dos dois relatórios?

Resultado no papel não é sinônimo de solidez financeira

Ter lucro gerencial ou contábil e, ao mesmo tempo, enfrentar aperto de caixa, é mais comum do que parece.

Muitas empresas operam com rentabilidade positiva nos relatórios, mas sofre com valor disponível em caixa = liquidez, o que compromete desde o pagamento de fornecedores até a capacidade de crescer.

Esses sinais geralmente passam despercebidos por falta de leitura integrada dos dados financeiros. A DRE sozinha não conta toda a história. Sem o DFC, o empresário não sabe como está a liquidez.

E sem o balanço patrimonial, não entende a composição do capital da empresa. É na combinação desses relatórios que mora a clareza.

Três perguntas estratégicas para o gestor:

  1. Estamos gerando caixa a partir da operação ou sobrevivendo de empréstimos?
  2. O aumento nas receitas tem sido proporcional ao aumento no lucro líquido?
  3. O crescimento que buscamos é sustentável financeiramente?

Responder essas perguntas exige inteligência financeira aplicada, com domínio sobre os dados e capacidade de transformá-los em decisões práticas.

E é exatamente esse o foco da metodologia Jogabi: entender o negócio, estruturar os relatórios certos e orientar o gestor com clareza.

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Não se limite a olhar para o lucro no papel. Enxergue o que está por trás dos números.

Com o apoio da Jogabi, sua empresa pode alcançar um novo nível de controle, rentabilidade e crescimento estratégico.

Administrar as finanças de uma empresa pode ser desafiador, especialmente em períodos de instabilidade econômica.

Nesse contexto, o crédito empresarial desempenha um papel estratégico para manter o fluxo de caixa, viabilizar investimentos e fomentar o crescimento.

Contudo, buscar um empréstimo vai muito além da pura necessidade de dinheiro. É preciso planejamento, estratégia e conhecimento.

O que é crédito empresarial?

O crédito empresarial é um recurso utilizado por empresas para financiar operações, investir em expansão ou reforçar o capital de giro.

Ele pode ser ligado a bancos tradicionais, cooperativas de crédito ou fintechs, sendo disponibilizado em diversas modalidades, como empréstimos tradicionais, antecipação de recebíveis e financiamentos para investimentos.

Passo a passo para conseguir crédito empresarial de forma estratégica

1. Faça uma análise financeira detalhada

Antes de buscar crédito, é essencial conhecer os números da empresa. Certifique-se de que seu controle financeiro está organizado e que você possui:

Isso não apenas ajuda na tomada de decisões, mas também melhora a percepção dos credores de que sua empresa é confiável.

2. Escolha a modalidade de crédito ideal

Cada tipo de crédito tem características que podem se adequar melhor às necessidades do seu negócio. Veja as principais opções:

a) Capital de giro tradicional

Indicado para manter o caixa em dia com as operações diárias, reforçar o estoque por exemplo. O capital de giro é concedido de acordo com o histórico financeiro da empresa e exige garantias consistentes. O pagamento é parcelado, com ou sem carência, sistema de amortização SAC ou Price.

b) Linhas de crédito emergenciais

Oferecem acesso rápido ao dinheiro, mas por taxas de juros mais elevadas. Evite utilizar continuamente essa linha, pois ela pode se tornar um problema financeiro. Linhas como conta garantida e cheque especial (mais caro) são as mais comuns.

c) Antecipação de recebíveis

Nesta modalidade sua empresa antecipa valores a receber de duplicatas ou vendas a prazo através das maquininhas de cartão, garantindo liquidez imediata. É uma solução prática desde que você esteja atento às taxas de antecipação.

d) Financiamento para investimentos

Voltado para empresas que buscam crescer, este modelo oferece prazos mais longos e juros competitivos, muitas vezes por bancos de Governo (BNDES, BRDE por exemplo). Ideal para compra de maquinário, modernização ou abertura de novas unidades.

3. Melhore o Score de crédito da sua empresa

Assim como os consumidores, empresas também possuem um Score de crédito que indica sua confiabilidade perante os credores. Para elevar essa pontuação:

4. Apresente garantias sólidas

Oferecer ativos como imóveis, veículos ou aplicações como garantia pode facilitar a aprovação do crédito e reduzir as taxas de juros.

5. Prepare um plano de negócios

Uma boa ideia e projeções claras podem aumentar suas chances de sucesso ao tentar captar crédito. Inclua no seu plano:

6. Construa relações sólidas com instituições financeiras

Gerentes de bancos, cooperativas de crédito e representantes de fintechs podem se tornar importantes aliados na busca por crédito.

Marcar uma reunião para apresentar seu projeto pessoalmente demonstra profissionalismo e pode abrir portas.

7. Compare ofertas e evite pegadinhas

Pesquise diferentes instituições financeiras para comparar taxas, prazos, custo efetivo total (CET) e exigências de garantia.

Além disso, tome cuidado com propagandas que promovem facilidade na liberação de crédito rápido, mas com tarifas ocultas.

Crédito como ferramenta de crescimento

Buscar crédito empresarial não pode ser de qualquer maneira, mas sim encarado como uma oportunidade de crescimento.

Quando utilizado com planejamento, responsabilidade e estratégia, o crédito pode fortalecer sua operação, gerar liquidez e alavancar sua competitividade no mercado.

Se você deseja aprender mais sobre como obter crédito de forma segura e econômica, entre em contato com nossa consultoria financeira.

Nossa especialidade é ajudar pequenas e médias empresas a prosperarem em qualquer cenário.

Preparamos um e-Book especialmente para ajudar você a entender como encontrar o crédito ideal para o seu negócio.

Ele traz dicas práticas e informações essenciais para que você tome as melhores decisões financeiras.

Baixe agora mesmo o e-Book gratuitamente e prepare sua empresa para o sucesso!

A gestão financeira é o coração de qualquer negócio que almeja prosperar em um mercado cada vez mais dinâmico e desafiador.

Quando as finanças de uma empresa entram no vermelho, o impacto pode ser profundo: compromissos atrasados, credibilidade abalada e um horizonte de incertezas que ameaça o futuro do empreendimento.

No entanto, mesmo em meio a cenários adversos, é possível reverter essa situação e retomar o caminho do crescimento.

Com estratégias bem definidas e uma abordagem estruturada, sair do vermelho não é apenas um caminho sem volta, mas uma meta alcançável.

Neste artigo, você encontrará um guia prático, baseado em boas práticas de gestão de dívidas e planejamento financeiro, para transformar os desafios em oportunidades e recolocar sua empresa nos trilhos do sucesso.

Continue a leitura e descubra o passo a passo para recuperar a saúde financeira do seu negócio e abrir portas para um futuro mais próspero.

1. Faça um diagnóstico financeiro: o mapa para sair da crise

O caminho para tirar sua empresa do vermelho começa com um passo fundamental: entender, de forma clara e precisa, a real situação financeira do negócio.

Sem um diagnóstico financeiro bem estruturado, é como navegar em águas turbulentas sem bússola — você pode até se mover, mas dificilmente chegará ao destino desejado.

Esse processo inicial é a base para identificar os gargalos que comprometem a saúde da empresa e, a partir daí, traçar um plano de recuperação sólido e realista.

Mais do que um simples levantamento de números, o diagnóstico financeiro é uma ferramenta estratégica que oferece clareza e direção, permitindo que você tome decisões informadas para reverter a crise e retomar o crescimento.

Veja, a seguir, as etapas essenciais para conduzir esse processo com eficiência:

Controle de dívidas

Faça um levantamento completo das dívidas, incluindo valores, taxas de juros, prazos e credores. Isso ajuda a entender o peso das obrigações e definir prioridades.

Análise de custos e despesas

Divida os gastos em fixos (como aluguel e salários) e variáveis (como matéria-prima e comissões), analisando onde é possível reduzir ou ajustar sem comprometer a operação.

Fluxo de caixa

Registre todas as entradas e saídas de dinheiro para ter uma visão clara do fluxo financeiro, identificando padrões e ajustando o planejamento.

2. Renegocie suas dívidas: aliviando a pressão financeira

Com o diagnóstico financeiro em mãos, é hora de agir para reduzir o peso das dívidas sobre o caixa da empresa.

Renegociar com os credores é um passo estratégico para ganhar fôlego e reorganizar as finanças.

Para que a negociação seja bem-sucedida, adote uma postura proativa: seja honesto ao expor a situação do negócio, destacando seu compromisso em honrar os pagamentos.

Dê prioridade às dívidas com juros mais altos e aos credores mais estratégicos para o funcionamento da empresa.

Busque condições mais favoráveis, como redução das taxas de juros, prazos maiores para pagamento ou descontos para quitações à vista, ajustando os acordos à sua realidade atual.

Esse processo pode exigir habilidade e paciência, já que nem todos os credores cedem facilmente.

Se sentir que precisa de suporte, considerar uma consultoria financeira pode fazer a diferença, trazendo expertise para conquistar termos mais vantajosos.

Com as dívidas renegociadas, você abre espaço para respirar e focar no crescimento do negócio!

3. Gerencie melhor o fluxo de caixa: a chave para a estabilidade financeira

Um fluxo de caixa bem controlado é essencial para evitar novos endividamentos e fortalecer a saúde financeira da sua empresa.

Ele funciona como o termômetro do negócio, indicando se as entradas cobrem as saídas e onde ajustes são necessários.

Para otimizá-lo, comece adotando ferramentas práticas, como softwares de gestão financeira, que automatizam o registro de movimentações e reduzem erros.

Busque diversificar as fontes de receita, explorando novas oportunidades de venda ou serviços, e revise os estoques para evitar excessos que imobilizem capital.

Além disso, crie uma reserva emergencial, um colchão financeiro que proteja o negócio em momentos de baixa receita.

Por fim, organize um cronograma claro de pagamentos e recebimentos, alinhando prazos para manter o equilíbrio.

Com essas ações, você não só previne crises, mas também constrói uma base sólida para o crescimento sustentável.

4. Desenvolva um planejamento financeiro sustentável: garantindo o futuro do negócio

Com as finanças reequilibradas, o próximo passo é olhar para frente, prevenindo novas crises e pavimentando o caminho para o crescimento da empresa.

Um planejamento financeiro sustentável é o que diferencia um negócio resiliente de um que vive apagando incêndios.

Para isso, crie projeções financeiras realistas para curto, médio e longo prazo, mapeando receitas e despesas esperadas.

Acompanhe esses números de perto, ajustando o curso sempre que necessário. Baseie suas decisões estratégicas em dados concretos, evitando achismos, e invista de forma inteligente, priorizando aportes que gerem retorno rápido e descarte empréstimos sem propósito claro.

Esse cuidado mantém a empresa no azul e pronta para aproveitar oportunidades de expansão.

Transforme sua empresa com as ferramentas certas

Sair do vermelho e retomar o crescimento é um processo que exige diagnóstico, ação e planejamento, como vimos nestas etapas. Para aprofundar ainda mais seu conhecimento e aplicar essas estratégias com sucesso, baixe nosso e-Book gratuito “Gestão de Dívidas: Como Sair do Vermelho e Retomar o Crescimento”, disponível em nosso site.

Ele traz dicas práticas e insights valiosos para colocar seu negócio nos trilhos.

E se você busca um apoio personalizado para enfrentar os desafios específicos da sua empresa, a Jogabi Soluções Empresariais está aqui para ajudar!

Entre em contato conosco e descubra como nossa consultoria pode levar seu negócio a um novo patamar de estabilidade e crescimento.

O futuro da sua empresa começa agora, vamos construí-lo juntos?

Manter as finanças organizadas é essencial para o crescimento e a sustentabilidade de qualquer empresa, ainda mais quando ela é pequena.

Sem um bom planejamento financeiro, o negócio pode enfrentar muitas dificuldades para pagar contas, investir em melhorias e até mesmo garantir sua continuidade.

Continue a leitura e confira dicas sobre como organizar o financeiro de uma empresa pequena.

Leia também: Como sair do vermelho e retomar o crescimento da sua empresa

Diferenciação de finanças pessoais e empresariais

Um dos erros mais comuns de pequenos empresários é misturar as contas pessoais com as da empresa.

Para evitar confusão e descontrole financeiro, tenha contas bancárias exclusivas para o negócio e defina um pró-labore (retirada mensal) para o seu salário.

O comum é ver empresas pequenas depositando várias vezes por mês para o(s) sócio(s), ou pagando contas pela PJ o que seria da PF.

Portanto, este é o primeiro passo para organizar a sua empresa, e se você não fizer isso, vai ter problemas ao longo da jornada.

Quando a empresa tiver lucro, aí sim poderá haver a distribuição.

Registro de receitas e despesas / sistema de gestão

Acompanhar o fluxo de caixa diariamente é essencial. Registre todas as entradas e saídas, incluindo contas fixas (aluguel, salários, fornecedores) e variáveis, bem como impostos.

Isso permite uma visão clara da saúde financeira da empresa e ajuda a evitar surpresas desagradáveis.

Utilize de preferência um sistema ERP de gestão, para lançar tudo, controlar, conciliar as contas bancárias e gerar relatórios para tomada de decisões mais assertivas.

O bom e velho Excel também é um poderoso aliado de qualquer gestão financeira.

Planejamento financeiro

Estabeleça metas financeiras para curto, médio e longo prazo. Defina um orçamento, estimando receitas e despesas, e acompanhe periodicamente se o planejamento está sendo seguido.

Isso ajudará a empresa a crescer de forma sustentável.

Controle de estoque custos operacionais

Se o seu negócio envolve a venda de produtos, um controle eficiente do estoque evita desperdícios e compras desnecessárias.

Além disso, reduza custos operacionais sempre que possível, negociando melhores condições com fornecedores e eliminando gastos desnecessários.

Estoque parado é dinheiro parado, faça uma boa gestão para não perder dinheiro.

Reservas para imprevistos

Imprevistos acontecem, e estar preparado para eles pode evitar grandes problemas financeiros. Mantenha uma reserva de financeira para lidar com períodos de baixa receita ou despesas inesperadas.

Indicadores financeiros

Além de registrar as movimentações financeiras, analise indicadores como faturamento, margem de lucro e ticket médio.

Esses dados ajudam na tomada de decisões estratégicas e permitem ajustes para melhorar a rentabilidade.

Fazer uma DFC (Demonstração de Fluxo de Caixa) que mostra a eficiência da gestão do dinheiro da sua empresa e também uma DRE (Demonstração de Resultado do Exercício) que mostra a lucratividade, são essenciais para saber como anda o seu negócio.

Leia também: DRE e DFC: qual é a diferença e importância dos dois relatórios?

Gestão de cobranças e pagamentos

Mantenha um controle rigoroso das contas a pagar e a receber. Ofereça diferentes formas de pagamento para seus clientes e implemente um sistema de cobrança eficiente para evitar inadimplência, e por fim, controle de forma eficaz tudo isso, com relatórios periódicos.

Consultoria financeira para empresas

Organizar o financeiro de uma empresa pequena exige disciplina e planejamento, mas é um passo essencial para garantir o sucesso do negócio.

Com práticas como separação das finanças, controle do fluxo de caixa e uso de ferramentas de gestão, é possível ter uma empresa saudável e preparada para crescer.

Contar com uma consultoria financeira pode ser uma ajuda ainda mais importante para otimizar a curva de aprendizagem.

Por isso, se precisar de ajuda, entre em contato conosco!

A modelagem financeira é a construção de projeções e cenários com base em dados e premissas, ajudando na tomada de decisões estratégicas e no planejamento do negócio.

Portanto, ela serve para algumas situações como:

• Estudar a abertura de uma nova empresa;
• Abertura de uma filial em determinada região;
• Medir a taxa retorno sobre um investimento em determinado projeto;
• Atestar a lucratividade e retorno do seu capital investido e outras situações.

No entanto, erros nessa prática podem comprometer a precisão das informações e levar a decisões equivocadas. Identificar e evitar os erros mais comuns é essencial para garantir que a modelagem seja confiável e útil. Confira os principais deslizes e como corrigi-los:

1. Suposições irrealistas

Um dos erros mais frequentes é basear o modelo em premissas otimistas ou irreais. Suposições como taxas de crescimento excessivas, custos subestimados ou margens de lucro muito altas podem distorcer os resultados.

Como evitar

Utilize dados históricos e benchmarks do mercado para criar premissas realistas. Sempre justifique as suposições com base em evidências concretas e reavalie regularmente à medida que novas informações surgirem. Exemplo disso são pesquisas sobre determinado mercado de atuação, divulgada por fontes confiáveis.

2. Falta de documentação e transparência

Modelos financeiros muitas vezes se tornam difíceis de interpretar devido à falta de documentação ou explicação das fórmulas, premissas e variáveis utilizadas.

Isso dificulta revisões e impede que outros membros da equipe compreendam o raciocínio por trás das projeções.

Como evitar

Documente todas as premissas, cálculos e fontes de dados diretamente no modelo. Utilize abas separadas para organizar as informações e implemente comentários nas células do Excel ou em outras ferramentas para explicar fórmulas complexas.

3. Ignorar cenários alternativos

Basear-se em apenas um cenário, seja otimista ou pessimista, limita a utilidade do modelo financeiro. Essa abordagem reduz a capacidade de prever como diferentes situações podem impactar o desempenho financeiro da empresa.

Como evitar

Desenvolva análises de sensibilidade e cenários alternativos. Projete o modelo para calcular diferentes resultados com base em variações de variáveis-chave, como taxas de juros, custos operacionais ou volumes de vendas.

4. Erros de entrada de dados

A inserção incorreta de dados, como digitar valores errados ou copiar informações desatualizadas, é uma fonte comum de erros na modelagem financeira. Isso pode comprometer completamente a validade do modelo.

Como evitar

Implemente verificações automáticas, como tabelas de validação, para reduzir o risco de entradas incorretas. Revise cuidadosamente as fontes de dados e adote práticas de controle como a revisão através de checks a todo momento, atestando que as fórmulas e a lógica da modelagem estejam funcionando.

Consultoria financeira em Curitiba

Evitar erros na modelagem financeira exige atenção aos detalhes, planejamento e boas práticas de organização. E o mais importante, NÃO UTILIZE MODELOS PRONTOS DA INTERNET, pode ser um perigo!!! 😩 ⚠️.

A Jogabi é uma consultoria financeira empresarial especializada na elaboração de modelagens financeiras do zero, unindo os três demonstrativos (DRE, Balanço Patrimonial e Fluxo de Caixa) com premissas corretas, bem embasadas e foco total na satisfação dos clientes.

Entre em contato conosco e vamos planejar o futuro do seu negócio juntos!!!

A Controladoria é um dos pilares fundamentais para a gestão eficiente de uma empresa, independentemente do seu porte ou segmento.

Responsável por organizar, monitorar e analisar as informações financeiras e operacionais, ela permite que os gestores tomem decisões estratégicas com base em dados precisos.

Sua atuação vai além do controle de contas; ela promove uma visão ampla e integrada do negócio, auxiliando no planejamento, execução e avaliação das atividades empresariais.

Continue a leitura e saiba qual a importância da Controladoria para sua empresa:

Visão estratégica e planejamento

A Controladoria fornece informações detalhadas sobre o desempenho financeiro e operacional, ajudando a identificar pontos fortes, gargalos e oportunidades de crescimento.

Com relatórios consistentes e indicadores-chave de desempenho (KPIs), a empresa pode estabelecer metas realistas, alinhar recursos às prioridades e antecipar riscos, tornando o planejamento mais estratégico.

Controle e redução de custos

Uma das principais funções da Controladoria é o controle rigoroso dos custos. Através do monitoramento de despesas e análise de eficiência, a empresa pode identificar desperdícios e implementar medidas para otimizar os recursos.

Essa abordagem não só melhora a saúde financeira, mas também aumenta a competitividade no mercado.

Suporte à tomada de decisão

Decisões empresariais baseadas em "achismos" podem trazer riscos elevados. A Controladoria elimina essa incerteza ao fornecer dados confiáveis e análises preditivas que suportam as escolhas dos gestores.

Seja para investir, expandir ou ajustar estratégias, o apoio técnico do time da Controladoria é indispensável para minimizar erros e maximizar resultados.

Conformidade e transparência

Em um ambiente de negócios cada vez mais regulamentado, a Controladoria assegura que a empresa esteja em conformidade com as normas fiscais, contábeis e tributárias.

Além disso, ela promove transparência nos relatórios financeiros, essencial para ganhar a confiança de investidores, parceiros e outros stakeholders.

Com premissas gerenciais, é o setor de Controladoria que elabora a DRE, balanço e fluxo de caixa para apresentar aos sócios / investidores sobre a performance da empresa.

Avaliação de desempenho

Outro aspecto relevante é a capacidade de medir a eficácia dos processos internos e dos resultados da empresa como um todo.

Com análises detalhadas, a Controladoria ajuda a identificar áreas que precisam de melhorias e a implementar mudanças que impactem positivamente o desempenho geral.

Consultoria financeira para empresas

A Controladoria é essencial para as empresas que buscam gestão profissional e controles financeiros bem definidos.

Para alcançar esses benefícios, montar um setor de Controladoria em sua empresa ou aprimorar se já existe, é a nossa especialidade.

A Jogabi tem anos de experiência nesta área de atuação em dezenas de empresas.

Fale hoje mesmo conosco e obtenha sucesso no seu negócio!

Gerir uma PME exige atenção contínua à saúde financeira do negócio. Uma ferramenta indispensável para isso é o fluxo de caixa, que permite ao gestor não apenas acompanhar a liquidez, mas também antecipar problemas e identificar oportunidades.

Entender os detalhes técnicos desse controle é essencial para o sucesso financeiro de qualquer empresa.

O que é o fluxo de caixa?

O fluxo de caixa é um registro detalhado de todas as movimentações financeiras de uma empresa em um período específico. Ele engloba três componentes principais:

1. Saldo inicial

O valor disponível em caixa (geralmente em contas bancárias e aplicações) no início do período analisado. Esse montante é o ponto de partida para calcular a capacidade de pagamento da empresa.

2. Contas a pagar

Obrigações financeiras da empresa, como despesas fixas (aluguel, salários, energia elétrica..etc) e variáveis (fornecedores, encargos eventuais, impostos..etc).

3. Contas a receber

Entradas previstas dos recebimentos de clientes, vendas parceladas ou receitas programadas.

Com essas informações organizadas, é possível determinar o saldo final do período, que reflete a diferença entre entradas e saídas. Diante do resultado, se o saldo for positivo, quer dizer que houve geração de caixa positiva (sobrou dinheiro), caso contrário, geração de caixa negativa (faltou dinheiro).

Como o fluxo de caixa ajuda na tomada de decisões

Com um fluxo de caixa bem estruturado, o gestor ganha uma visão ampla sobre os períodos de maior e menor receita, permitindo ajustar o orçamento e planejar melhor os gastos. A análise do fluxo de caixa também auxilia na identificação de despesas desnecessárias, no ajuste de prazos com fornecedores e na definição do melhor momento para expandir ou realizar investimentos.

Esse controle contribui ainda para que a PME estabeleça um fundo de reserva e consiga lidar com imprevistos financeiros, como aumento nos custos ou quedas de receita. Além disso, ajuda a identificar necessidades de capital e a planejar, com antecedência, linhas de crédito ou financiamento, evitando que a empresa recorra a empréstimos em momentos de crise.

Por que ele é essencial não só no realizado, mas também no previsto?

Para que você possa interpretar o que foi gasto e recebido em determinado período, é essencial analisar o fluxo de caixa REALIZADO, com um relatório de DFC (Demonstração de fluxo de caixa), para que possa inclusive prever os próximos períodos.

Feito a análise do que se passou, é importantíssimo tirar lições de erros e acertos, e fazer a previsão para a próxima semana ou mês, ou trimestre, por exemplo.

Então, elaborar no começo do mês, por exemplo, fazendo a previsão de tudo que poderá entrar (recebimentos) ou sair (custos e despesas), sua empresa terá muito mais condições de se antever a algum possível problema, bem como fazer a gestão financeira correta do negócio, sem imprevistos.

Utilize estas orientações que citamos acima, e juntamente com a nossa consultoria financeira, a Jogabi fará com que a sua empresa não tenha mais problemas com o fluxo de caixa e obtenha a tão esperada saúde financeira.

Entre em contato conosco e saiba mais!

Empresas que querem entender sua saúde financeira com clareza utilizam relatórios contábeis e financeiros, sendo a DRE (Demonstração de Resultado do Exercício) e a DFC (Demonstração de Fluxo de Caixa) dois dos mais importantes.

Embora ambos ofereçam informações fundamentais para a gestão financeira, eles têm propósitos e formatos diferentes. Continue a leitura para entender qual é a diferença entre eles.

O que é DRE?

A Demonstração de Resultado do Exercício (DRE) é um relatório que detalha o desempenho econômico da empresa ao longo de um período específico (pode ser por exemplo mensal, trimestral ou anual). Ela evidencia o quanto a empresa lucrou ou perdeu no período, apresentando receita de vendas, impostos, custos e despesas operacionais e não operacionais.

Ao final, a DRE mostra o lucro líquido, ou prejuízo, do período apresentado.

O DRE é uma ferramenta crucial para analisar a rentabilidade da empresa, pois oferece uma visão completa de como as operações estão gerando receitas e controlando custos. Esse relatório é essencial para investidores e gestores avaliarem a capacidade da empresa de gerar lucros.

O que é DFC?

A Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC), por outro lado, foca na eficiência da gestão do dinheiro. Ela é dividida em três categorias principais:

FCX Operacional: Mostra o dinheiro gerado pelas atividades operacionais regulares de uma empresa.

FCX de Investimento: Mostra as entradas e saídas de dinheiro relacionadas a investimentos em ativos de longo prazo da empresa.

FCX de Financiamento: Mostra a captação e pagamento de recursos como empréstimos bancários, pagamento de dividendos e resgate de dívidas.

É através deste relatório que você enxerga o dinheiro transitando na empresa.

Diferenças e a importância de usar DRE e DFC juntos

Para tomar decisões estratégicas corretas, é crucial que empresas usem DRE e DFC em conjunto. A DRE fornece um panorama da saúde econômica, enquanto a DFC garante que a empresa esteja gerenciando bem seu caixa.

A análise desses relatórios combinados dá uma visão completa, permitindo que gestores, investidores e analistas compreendam a verdadeira saúde financeira das empresas.

Consultoria empresarial em Curitiba

Ficou com alguma dúvida ou gostaria de saber mais sobre o assunto? Entre em contato conosco e saiba como podemos apoiar sua empresa!

Ao considerar vender sua empresa, uma das perguntas mais importantes que surge é: quanto ela vale?

Avaliar o valor de uma empresa é um processo complexo que envolve diversos fatores financeiros, operacionais e estratégicos.

Para tomar decisões informadas, é fundamental entender como funciona o Valuation, as metodologias utilizadas e como o processo de fusões e aquisições se desenrola até a conclusão da venda.

Leia também: 5 indicadores essenciais para estudo de viabilidade econômica

O que é Valuation?

O Valuation é a técnica de determinar o valor justo de uma empresa, levando em conta tanto sua situação atual quanto seu potencial de crescimento futuro.

Essa análise é essencial não apenas para vender, mas também para atrair investidores, buscar fusões ou até mesmo para entender a saúde financeira do negócio.

Principais metodologias de Valuation

Existem diversas abordagens para realizar um Valuation, como Fluxo de Caixa Descontado (FCD), Múltiplos de mercado e Avaliação de ativos.

A metodologia mais popular e robusta, o FCD analisa o fluxo de caixa futuro que a empresa pode gerar e desconta esses valores ao presente, usando uma taxa de desconto que reflete o risco do negócio.

Isso ajuda a projetar quanto a empresa valerá no futuro, ajustado ao valor de hoje.

Leia também: Tipos de Valuation: Conheça as Metodologias para avaliar uma empresa!

Do Valuation à aquisição

Se você deseja vender sua empresa, o Valuation é o primeiro passo do processo de fusões e aquisições. Esse processo pode ser resumido em algumas etapas:

Preparação

Além de realizar o Valuation, é importante preparar a documentação financeira, contábil, jurídica e estratégica da empresa.

Transparência e organização nessa fase são essenciais para atrair potenciais compradores.

Identificação de compradores

Consultores ou assessores especializados em fusões e aquisições ajudam a identificar e entrar em contato com compradores em potencial, que podem ser outras empresas do setor ou investidores estratégicos.

Negociação e Due Diligence

Após encontrar um comprador interessado, começa a fase de negociação. Aqui, o Valuation ajuda a estabelecer uma base para o valor de venda.

A Due Diligence é um processo detalhado de verificação das informações fornecidas, onde o comprador analisa em profundidade todos os aspectos financeiros, legais e operacionais da empresa.

Contrato de compra e venda

Concluída a Due Diligence, as partes negociam os termos finais e formalizam o contrato de compra e venda.

Isso inclui condições de pagamento, transferências de ativos e obrigações de ambas as partes.

Fechamento da aquisição

Com o contrato assinado, a aquisição é oficialmente concluída, e o controle da empresa é transferido ao novo proprietário.

Valuation de empresas passo a passo

Leia também: 7 Dicas de Gestão Financeira para Pequenas Empresas

Consultoria financeira para empresas em Curitiba

Para saber mais informações sobre o Valuation, inclusive para saber o valor da sua empresa e esclarecer dúvidas, entre em contato conosco agora mesmo e conte com nossa expertise no assunto!

Antes de abrir um novo negócio, ou expandir uma filial, ou projeto, é importantíssimo atestar a viabilidade econômica, ou seja, se será um bom negócio de fato e sobretudo rentável.

Alguns indicadores ajudam a determinar se o projeto é financeiramente viável e se os retornos esperados justificam o investimento. Continue a leitura e confira 5 indicadores essenciais para estudo de viabilidade econômica na sua empresa:

Leia também: Sua empresa é realmente lucrativa? Veja como avaliar com precisão

5 indicadores para análise de viabilidade financeira

1. Taxa Interna de Retorno (TIR)

A Taxa Interna de Retorno (TIR) é um dos indicadores mais importantes em um estudo de viabilidade econômica. Ela representa a taxa de desconto que iguala o valor presente líquido (VPL) de um projeto a zero. Em outras palavras, a TIR é a taxa de retorno esperada do investimento.

Um projeto é considerado viável se a TIR for superior à taxa mínima de atratividade (TMA) do investidor. Se a TIR for maior que a TMA, significa que o projeto tem um potencial de retorno atrativo e, portanto, pode ser uma boa opção de investimento.

2. Taxa Mínima de Atratividade (TMA)

A Taxa Mínima de Atratividade (TMA) é a taxa de retorno mínima que um investidor espera obter de um investimento. Ela é definida com base no custo de oportunidade, ou seja, no retorno que o investidor obteria em uma alternativa de investimento com risco similar.

A TMA serve como parâmetro para avaliar se um projeto é atrativo ou não. Se a TIR do projeto for maior que a TMA, o projeto é considerado viável. Exemplo de TMA pode ser a taxa básica de juros da economia = SELIC, prêmio de risco e inflação.

3. Valor Presente Líquido (VPL)

O Valor Presente Líquido (VPL) é outro indicador fundamental. Ele representa a diferença entre o valor presente das receitas futuras e o valor presente dos custos do projeto. Um VPL positivo indica que o projeto gera mais valor do que o custo do investimento, tornando-o viável do ponto de vista econômico.

O VPL é particularmente útil para comparar diferentes projetos de investimento, permitindo que o investidor escolha aquele que oferece o maior retorno.

4. Payback Simples e Payback Descontado

O Payback é o tempo necessário para que o investimento inicial seja recuperado. Existem duas variações deste indicador: o Payback Simples e o Payback Descontado.

O Payback Simples calcula o tempo necessário para recuperar o investimento sem considerar o valor do dinheiro no tempo, enquanto o Payback Descontado leva em conta o valor presente dos fluxos de caixa, ajustando-os pela TMA. Projetos com um período de payback mais curto são geralmente preferidos, pois indicam um retorno mais rápido do capital investido.

5. Índice de Rentabilidade (IR)

O Índice de Rentabilidade (IR) é um indicador que mede o retorno por unidade monetária investida. Ele é calculado dividindo o valor presente dos fluxos de caixa futuros pelo valor do investimento inicial.

Um IR superior a 1 indica que o projeto é lucrativo, enquanto um IR inferior a 1 sugere que o projeto não gera retorno suficiente para cobrir o investimento.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre VPL e TIR?

O Valor Presente Líquido (VPL) mostra quanto valor financeiro um projeto pode gerar ao descontar receitas e custos futuros para o valor presente. Já a Taxa Interna de Retorno (TIR) indica a taxa percentual de retorno esperada do investimento. Enquanto o VPL mostra o ganho em valor monetário, a TIR ajuda a comparar a rentabilidade do projeto com outras oportunidades de investimento.

Qual indicador é mais importante em um estudo de viabilidade?

Não existe um único indicador mais importante, pois cada um analisa um aspecto diferente do investimento. O VPL mostra geração de valor, a TIR mede rentabilidade, o Payback avalia o prazo de retorno e o Índice de Rentabilidade mostra eficiência do capital investido. O ideal é analisar todos em conjunto para ter uma visão mais segura da viabilidade do projeto.

Pequenas empresas precisam fazer estudo de viabilidade?

Sim, pequenas empresas também devem realizar estudos de viabilidade antes de abrir novas unidades, lançar produtos, contratar grandes investimentos ou expandir operações. Esse processo ajuda a reduzir riscos financeiros, evitar decisões impulsivas e entender se o retorno esperado realmente compensa o investimento realizado.

Quanto custa um estudo de viabilidade econômica?

O custo varia conforme a complexidade do projeto, volume de dados analisados e profundidade do estudo. Projetos menores podem ter análises mais simples e acessíveis, enquanto expansões maiores, fusões ou novos investimentos exigem avaliações mais detalhadas. O ideal é solicitar um diagnóstico para entender o escopo necessário para o seu negócio.

Consultoria financeira para empresas em Curitiba

Está avaliando a abertura de um novo negócio, expansão de operações ou um novo investimento? Nossa consultoria financeira em Curitiba e online para todo o Brasil ajuda empresas a desenvolver estudos de viabilidade econômica e financeira mais seguros, com análise de indicadores como VPL, TIR, payback e projeções de rentabilidade.

Fale com nossos especialistas e tome decisões financeiras com mais segurança antes de investir.

Gerenciar as finanças de uma pequena empresa pode ser um desafio, ao mesmo tempo que é fundamental para o sucesso e crescimento do negócio.

Continue a leitura e confira 7 dicas práticas para manter as finanças da sua empresa sob controle, e garantir sua saúde financeira:

Leia também: Dashboards Financeiros: Como transformar dados em decisões

1. Orçamento realista

O primeiro passo para uma boa gestão financeira é criar um orçamento detalhado. Defina quanto você pode gastar em diferentes áreas do seu negócio, como marketing, operações e custo com folha de pagamento.

Um orçamento realista ajuda a controlar os gastos e a evitar surpresas financeiras. O orçamento pode ser de várias formas (OBZ, orçamento por histórico, matricial, híbrido), veja o que mais se encaixa no seu negócio.

2. Separação entre PF e PJ

Evite ao máximo misturar suas finanças pessoais com as da empresa. Para isso, abra contas bancárias separadas e use cartões de crédito específicos para o negócio. Isso ajuda a manter um controle mais preciso das finanças e facilita a contabilidade e a declaração de impostos.

3. Projeções financeiras

Crie projeções financeiras para prever o desempenho futuro da empresa. As projeções ajudam a planejar o crescimento, a identificar possíveis problemas e a definir metas financeiras realistas.

Por isso, atualize suas previsões regularmente com base em novos dados e tendências do mercado.

4. Acompanhamento do fluxo de caixa

Mantenha um registro detalhado de todas as entradas e saídas. Use ferramentas de gestão como planilhas em Excel ou software financeiro para acompanhar as transações.

Monitorar o fluxo de caixa permite identificar problemas antes que se tornem grandes, além de facilitar a tomada de decisões.

5. Previsto x Realizado

Não adianta nada fazer uma bela projeção orçamentária sem depois não conferir o que realmente aconteceu. Para isso, a orientação é que se faça o comparativo do previsto x realizado, sendo que desta forma, sua empresa enxergará os possíveis erros e terá tempo de corrigi-los para os próximos períodos.

6. Conciliação bancária total

As vezes não damos importância para pequenos valores, ou até mesmo contas bancárias que nem movimentamos muito. Mas para uma gestão financeira plena, é fundamental que se faça a conciliação bancária de tudo que entrou e tudo que saiu no determinado mês.

Somente assim você terá a garantia de que o financeiro todo da sua empresa está sob sua visão.

7. Consultoria empresarial

Não hesite em procurar a ajuda de um consultor financeiro especializado. Profissionais com experiência nesta área, certamente oferecerão orientações valiosas, além de ajudar a otimizar a gestão financeira da sua empresa.

Investir em consultoria irá gerar retornos significativos e garantir uma gestão financeira mais eficiente e saudável, além de você ter a possibilidade de realmente encontrar o lucro tão esperado.

Soluções empresariais em Curitiba

A gestão financeira eficaz é muito importante para garantir a saúde e o crescimento de pequenas empresas. Ao seguir essas dicas e implementar boas práticas financeiras, você estará no caminho certo para construir uma empresa sólida e bem-sucedida.

Lembre-se de que a disciplina financeira e a análise constante são fundamentais para alcançar seus objetivos e garantir a longevidade do seu negócio, e que a contratação de serviços relacionados à consultoria empresarial podem ser fundamentais para te ajudar a cumprir cada uma dessas dicas. Entre em contato conosco e saiba mais!

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Dúvidas frequentes

Uma empresa de consultoria financeira ajuda seus clientes com as suas dificuldades de gestão, apoia para a redução de custos e aumento das vendas, e também faz com que as empresas enxerguem o seu verdadeiro resultado, ou seja, mostra se realmente a empresa está tendo lucro, onde é necessário ajustar. Dentro das atividades também realiza relatórios e direcionamentos corretos para as melhores decisões.
Este é um ponto crucial e que gera muita dúvida. Enquanto a DRE (Demonstração do Resultado do Exercício) é o relatório onde pode se analisar o Lucro ou Prejuízo do negócio, pela competência dos fatos, a DFC é o (Demonstrativo do Fluxo de Caixa), pelos recebimentos e pagamentos, no que diz respeito a performance financeira da empresa. Ambos são importantes e fundamentais para a análise econômica / financeira.
A precificação deverá contemplar todas as variáveis que incidem sobre o produto ou serviço, tais como (impostos, comissões, frete..etc). Também é preciso conter um percentual sobre o preço de venda para pagar as despesas fixas. Uma boa forma de elaborar a precificação, é fazendo através da técnica do Markup.
É necessário estudar indicadores como payback, ponto de equilíbrio, TIR, VPL e outras mais. Cada indicador desses mostra o quão será saudável e viável realizar um projeto. Antes de abrir um negócio, é preciso ver qual o tempo de retorno do capital investido, qual o faturamento mínimo exigido, qual a taxa de retorno desejada para que o projeto seja atrativo e traga lucro.
Separar as finanças pessoais das finanças da empresa é o primeiro passo. Outro ponto importante é retirar um valor fixo mensal como pró-labore, e mediante análises de resultado poderá retirar valores como distribuição de lucros, quando a empresa estiver saudável financeiramente. Por fim, fazer um fechamento financeiro mensal com os demonstrativos para análises do resultado e correções caso necessário.
O custo de uma consultoria financeira empresarial varia conforme o porte da empresa, a complexidade das demandas e os serviços contratados. É feita uma análise personalizada para definir o escopo e o investimento necessário.
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